CPLP finge não ser o que foi, é e será: um belo elefante branco

A CPLP deve criar um banco ou agência multilateral de investimento para dar maior apoio às empresas dos Estados-membros, consolidando assim o papel de “intervenção económica” da organização, defendeu hoje o seu secretário Executivo. “A CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) deve ser não um bloco económico mas um bloco com intervenção económica. É um bloco essencialmente político e diplomático mas com intervenção económica”, disse em Díli, Timor-Leste, o embaixador Murade Isaac Murargy. “O papel da CPLP, do secretariado, dos Estados-membros, é apoiar o empresariado, criar condições, criar um…

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São ditadores? Então Portugal está com eles

A abertura de uma embaixada portuguesa na Guiné-Equatorial vai facilitar os negócios das empresas nacionais, que devem apostar na saúde, educação, informática, ensino do português e formação, considerou hoje o cônsul honorário português em Malabo. M anuel Azevedo sublinha a importância da ida para Malabo, capital do país, da nova encarregada de negócios, Teresa Macedo, que apresentou as credenciais diplomáticas no princípio deste mês, e acrescenta que “a vinda dela vai facilitar bastante a realização de negócios com empresas portuguesas, e será ainda mais fácil com a abertura da embaixada”.…

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Ministérios Públicos como estrutura própria da CPLP

A Procuradora-Geral da República portuguesa defendeu hoje, na Cidade da Praia, a alteração de estatutos da CPLP para que a organização dos PGR lusófonos possa ser reconhecida enquanto estrutura da comunidade, mas com autonomia e independência. E m declarações à agência Lusa, Joana Marques Vidal, que se encontra em Cabo Verde a participar no 13º Encontro dos Procuradores-Gerais da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), lembrou que o projecto não é de hoje e que os actuais estatutos da comunidade, tal como ficaram definidos, não consagram essa possibilidade. “Há…

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Por cá, mas não só, a Malária (ainda) mata que se farta

Por cá, mas não só, a Malária (ainda) mata que se farta - Folha 8

A malária continua a ser a principal causa de morte em Angola, com mais de 16 óbitos por dia, sendo considerado pelas autoridades de saúde angolanas como um caso de saúde pública. D e acordo com números do coordenador do Programa Nacional de Controlo da Malária, Filomeno Fortes, divulgados hoje em Luanda, o país apresenta um registo anual de três milhões de casos clínicos, numa população que ronda os 24,3 milhões, e 6.000 óbitos. Em 2013 foram registadas 6.916 mortes entre os 2.592.742 casos de malária confirmados em Angola, afectando…

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Tapar o sol com uma peneira

Tapar o sol com uma peneira - Folha 8

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que aceitou a Guiné-Equatorial como membro em Julho de 2014, deveria investigar as contínuas e sérias violações dos direitos humanos em seu novo Estado membro, alertaram hoje várias organizações não-governamentais. Quanto às violações noutros estados-membros… A EG Justice, a Conectas Direitos Humanos e a Human Rights Watch (HRW) denunciam em conjunto, através de um comunicado, que a Guiné-Equatorial está a violar a Carta da CPLP. Numa missiva conjunta, encaminhada em 31 de Março à CPLP e hoje divulgada publicamente, as organizações não-governamentais…

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ONU, CPLP, UA protegem os (seus) criminosos… bestiais

ONU, CPLP, UA protegem os (seus) criminosos... bestiais - Folha 8

O regime angolano goza à farta com a comunidade internacional, desde a ONU à UA, passando pela CPLP. Ciente da sua impunidade, diz o que quer, faz o que muito bem entende e, é claro, todos batem palmas. É a hipocrisia no seu maior expoente. Por Orlando Castro A inda agora o ministro da Justiça, Rui Jorge Carneiro Mangueira, afirmou perante o Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas que o seu Governo considera a liberdade de expressão como um direito fundamental e, perante uma anedota de tão mau gosto,…

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Quem vier que feche a porta

Quem vier que feche a porta - Folha 8

O problema é que Portugal olha para o seu umbigo europeu e esquece o seu coração africano. Exactamente ao contrário dos seus antepassados. Um país que deu luz ao mundo sobrevive agora à luz de um candeeiro… apagado. Por Orlando Castro P ortugal está há muito tempo (há demasiado tempo) adormecido com o sonho europeu, esquecendo que a sua História está também e sobretudo em África. Ou seja, o presente (já com cheiro a mofo do passado) é em Bruxelas mas o futuro será – se ainda for a tempo…

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Mulheres ao poder!

Mulheres ao poder! - Folha 8

Cabo Verde é o segundo país a nível mundial com o maior número de ministras em 2015 e o primeiro entre os países lusófonos, segundo o relatório da União Interparlamentar (UIP), divulgado hoje em Genebra. A nível mundial, 30 países contabilizam pelo menos 30% de mulheres ministras, sendo que a Finlândia (62,5%), Cabo Verde (52,9%), Suécia (52,2%) ocupam os três primeiros lugares. Até Janeiro de 2015, entre os 17 ministérios do Governo de Cabo Verde, 9 eram dirigidos por mulheres, de acordo com a UIP. Na Finlândia, 10 dos 16…

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Timor desmente Cavaco e culpa Angola e Brasil

Timor desmente Cavaco e culpa Angola e Brasil - Folha 8

O ex-Presidente da República timorense, José Ramos-Horta, considera uma “falsidade” atribuir a Timor-Leste um papel de relevo no “lobby” para a adesão da Guiné Equatorial à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). E screvendo na rede social Facebook no dia em que foi tornado público um texto do Presidente português, Cavaco Silva, que justificou a entrada da Guiné Equatorial com os “danos” diplomáticos que provocaria a Timor-Leste – que acolheu a cimeira onde a adesão foi ratificada –, Ramos-Horta recorda que Angola e o Brasil sempre lideraram o lóbi…

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Justificar a subserviência

Justificar a subserviência - Folha 8

Os “danos” que provocaria a Timor-Leste um veto de Portugal à adesão da Guiné Equatorial à CPLP é uma das justificações apresentadas pelo Presidente da República portuguesa, Cavaco Silva, para o voto favorável português. N o prefácio do “Roteiros IX”, publicação que reúne as suas principais intervenções do último ano, Cavaco Silva retoma o tema da adesão da Guiné Equatorial, explicando seis meses depois com mais detalhes as razões que levaram Portugal a não ter vetado o pedido na X Cimeira da CPLP, que decorreu em Julho em Díli. Lembrando…

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