Arão Tempo, o advogado que defende os três activistas políticos detidos em Cabinda, desde Junho de 2020, criticou hoje a falta de apoio por parte das organizações de defesa dos direitos humanos internacionais e nacionais. O dono da colónia, o MPLA, continua a usar a razão da força, mandando às urtigas a força da razão. Comunidade internacional, incluindo Portugal, continua a cantar e a rir. Arão Tempo, que representa os três activistas acusados dos crimes de rebelião, ultraje ao Estado e associação criminosa, disse hoje, em declarações à agência Lusa,…
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Petição Pública para libertação de activistas de Cabinda
«Os peticionários desta petição são membros da Sociedade Civil de Cabinda, representados por diversos segmentos da vida social da província de Cabinda entre eles destacam-se entidades Eclesiásticas, Activistas Cívicos de Direitos Humanos, Políticos, Académicos, Intelectuais, Estudantes, Operários, Jornalistas, Funcionários Públicos e Empresários que transbordam em si, sentimento de liberdade e estando perplexo com as múltiplas e graves violações dos direitos humanos dos órgãos policiais e judiciais no que concerne, as violações dos vários instrumentos jurídicos internacionais de direitos humanos. Os cidadãos abaixo-assinados vimos por intermédio desta “petitio publicus populus” (petição…
Leia maisSaara Ocidental existe. Cabinda também!
A Associação de Amizade Portugal-Saara Ocidental (AAPSO) rejeitou a decisão norte-americana de reconhecer a soberania de Marrocos sobre o território, exortou a ONU a realizar “um referendo de autodeterminação” e condenou o “silêncio do governo português”. O que é feito da Associação Tratado de Simulambuco-Casa de Cabinda em Portugal? Em comunicado, aquela organização não-governamental (ONG) chamou ainda a atenção para a “escalada de actos de intimidação e repressão por parte do regime marroquino sobre os saarauís que vivem no seu país, militarmente ocupado por Marrocos”, referindo ainda “desaparecimentos forçados, prisões…
Leia maisCabinda arde há 45 anos
Depois das manifestações de 24 de Outubro e 11 de Novembro em Luanda, que foram marcadas pela violência da Polícia sobre os manifestantes, causando um morto e vários feridos, o Presidente da República de Angola saiu pessoalmente à rua com um extintor. Nós, cabindeses, tanto de dentro como da diáspora, aprendemos muito deste diálogo, que Sua Excelência, João Manuel Gonçalves Lourenço, manteve com os jovens de Luanda: Por Afonso Justino Waco (*) 1º – É absolutamente de louvar a iniciativa do Presidente sair para acalmar os ânimos, num momento em…
Leia maisEm defesa do referendo
Em comunicado, assinado pelo seu presidente – Carlos Manuel Cumba Vemba, o MIC – Movimento Independentista de Cabinda, diz que “acompanhou atentamente o debate promovido pela Rádio Ecclésia, a número 1 no Jornalismo isento e neutro em Angola e em Cabinda, na passada sexta-feira dia 30 de Outubro, sobre a Implementação do Estatuto Especial para Cabinda”. [dropcap]E[/dropcap]is, na íntegra, o comunicado MIC: «Recordemos que no limiar da década de 50 eclodiram com maior força e determinação as reivindicações pela Independência de Cabinda desavergonhada e traiçoeiramente capturada por Portugal e, mais…
Leia maisDo Sahara Ocidental a Cabinda
Angola apelou, em Nova Iorque, pela voz de embaixadora Maria de Jesus Ferreira, a Marrocos e à Frente Polisário para se engajarem em novas negociações, a fim de acelerarem uma solução pacífica, justa e duradoura para o Sahara Ocidental em conformidade com resoluções das Nações Unidas e o direito internacional. [dropcap]A[/dropcap] exortação foi feita pela representante permanente angolana junto das Nações Unidas em Nova Iorque, embaixadora Maria de Jesus Ferreira, durante uma reunião da Comissão de Política Especial e Descolonização da ONU (Quarta Comissão) da Assembleia Geral desta organização global.…
Leia maisFLEC decreta cessar-fogo
A Frente de Libertação do Estado de Cabinda – Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) decretou “um cessar-fogo em todo o território” do enclave no norte de Angola, respondendo “positivamente” a um apelo do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, neste sentido. [dropcap]A[/dropcap] direcção política do movimento independentista de Cabinda anuncia num comunicado datado de hoje que “acolheu positivamente o apelo de um cessar-fogo mundial, lançado em 2 de Outubro de 2020 pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, a fim de permitir um combate eficaz contra um inimigo mundial comum, a…
Leia maisFAA sem fronteiras
A FLEC-FLAC, movimento independentista de Cabinda. Acusa as Forças Armadas Angolanas de lançarem uma “operação militar contra um grupo de civis desarmados” na República Democrática do Congo (RD Congo), junto à fronteira com o enclave petrolífero ocupado por Angola. [dropcap] “A[/dropcap] s Forças Armadas Angolanas (FAA) lançaram uma operação militar contra um grupo de civis desarmados, suspeitos de serem soldados da FLEC, perto da fronteira do Yema-di-Yanga e Mbaka-Khosi no sector de Kakongo, território de Lukula, província do Kongo-Central, na aldeia de Kinkiama”, na passada quinta-feira, às 21:45, acusa a…
Leia maisNo caso de Cabinda, ONU é (claro) uma filial do MPLA
O movimento independentista Frente de Libertação do Estado de Cabinda – Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC), que reivindica a independência daquela enclave anexado por Angola em 1975, propôs às Nações Unidas a realização de uma cimeira para relançar o processo de paz. [dropcap] “P[/dropcap] or ocasião da 75.ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, que celebra este ano o seu 75.º aniversário, a direcção político-militar da FLEC-FAC aproveita a oportunidade para relançar o processo de paz em Cabinda” e “encoraja” o secretário-geral da ONU, António Guterres, a “incentivar o…
Leia maisAlto Conselho de Cabinda põe ordem na casa
O Alto Conselho de Cabinda foi criado em Outubro de 2019 em Acra, no Gana, e resultou da convergência de movimentos políticos, grupos da sociedade civil e quadros de Cabinda. Tem como objectivo a procura de “soluções pacíficas” para o conflito que afecta a região através do diálogo com Angola. [dropcap]O[/dropcap] Conselho realizou encontros com várias organizações políticas da resistência cabindesa e partidos políticos angolanos, bem como com organizações de jovens, Igreja Católica e refugiados na República Democrática do Congo e cabindenses no estrangeiro. Entretanto, a organização emitiu agora, visando…
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