Remember 2014, a nossa pobreza e a corrupção deles (II) No dia 11 de Novembro de 1975, data proposta por Álvaro Holden Roberto, então presidente da FNLA, durante os Acordos do Alvor (Portugal), como data para a proclamação da Independência, o MPLA – que tudo fez para evitar a realização das eleições gerais, naquela altura, proclamou o novo ente jurídico internacional, como República Popular de Angola, de orientação socialista. Por William Tonet (*) Q uem reivindicasse a ideologia seguida, mesmo intramuros, tinha uma séria resposta de Agostinho Neto: fuzilamento, sem…
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Editorial por William Tonet
Isabel. A mulatinha zungueira dos ovos de “Ourorrupção”
Remember 2014, a nossa pobreza e a corrupção deles (I) Hoje é um novo dia de um novo ano, 2015. Os angolanos jamais dormirão descansados, depois das agruras de 2014. O petróleo criou uma crise, dizem os mesmos políticos que ontem disseram, lembram-se?; Angola está blindada e a crise não atravessará as nossas fronteiras. Quimera! Por William Tonet* Amá gestão, a delapidação do erário público, a privatização partidocrata da justiça, a banalização da Constituição, a discriminação, os assassinatos selectivos e a corrupção foram as grandes imagens de marca. Veja estes…
Leia maisAno da vitória da baderna
2014 está a fazer a primeira esquina para entregar o cronómetro ao 2015. E o que nos apraz fazer, nesta hora? Balanço! Por William Tonet O que houve de bom e de mau em 365 dias. Positivo a) O regime criou os primeiros bilionários e milionários de Angola e África, constituindo um orgulho para uns poucos, claro, os do próprio sistema. b) A corrupção foi institucionalizada, deixando de ser considerada um crime, para certos, governantes… c) A violação grosseira da Constituição não constitui crime, pelo contrário, premeia o prevaricador. d)…
Leia maisAs mentiras de Álvaro Sobrinho. Eles roubavam tudo
Aquela que muitos consideram, uma especializada quadrilha de larápios, não pára de surpreender pelos tentáculos e táctica, muitas, financeiramente dantescas. Por William Tonet D e audição em audição, na Assembleia da República, em Portugal, os ex-homens fortes do BES, surgem com novas revelações, que nos levam a acreditar, termos andado, durante muito tempo enganados, melhor, copiosamente enganados, por uma espécie de corja endinheirada, que manipulava com maestria dados financeiros, para se beneficiar, defraudando clientes e o sistema bancário de vários países. Vistos como iluminados financeiros, transitavam com a máxima impunidade…
Leia maisEditorial: A ética, a deontologia e a perseguição da mídia em Angola
O monopólio da imprensa em Angola, a perseguição aos órgãos independentes, tornam actual uma revista ao pensamento de Claude Bertrand, para percebermos os riscos, que a incipiente democracia sofrerá com a concentração de todos os órgãos de comunicação social, exclusivamente, na esfera de empresários do regime. Por William Tonet N ão é surpreendente que as pesquisas indiquem uma desconfiança nos mídia e uma tendência para restringir a sua liberdade. Nos Estados Unidos da América, três quartos dos usuários têm confiança limitada na mídia, somente um terço dos franceses crêem na…
Leia maisEditorial: “Jornal de Angola” e o incitamento ao racismo, ódio e guerra
O pior que pode existir num país, não são os intransigentes, na maioria das vezes coerentes e verticais, mas os bajuladores, os falsos, os traidores e incompetentes. Esta raça é tão perniciosa que se confunde com o camaleão, nos seus malefícios colectivos. No caso angolano, a história está prenhe de traidores, individuais e colectivos, até mesmo no jornalismo, profissão nobre e solene, em função do alcance e função pública. Por William Tonet Hitler, no século XX, foi o grande percursor na subversão do real papel da mídia, colocando-a ao serviço…
Leia maisEditorial: O jornal instigador de todas as guerras
Hoje sou levado a passar em revista a questão da imprensa, da liberdade de imprensa e dos jornalistas, um pouco inspirado em Claude Jean Bertrand, no tocante à sobrevivência, enquanto órgãos de serviço público. Por William Tonet Há um século aconteceu o escândalo dos biliões de francos emprestados pelos franceses ao Estado Czarista. Na época, “toda resistência a novos empréstimos (era) combatida pela imprensa que, de acordo com os bancos, habituara-se a uma chantagem lucrativa”. Em Angola vivemos o caso do BESA, enquanto banco privado, que canalizou dinheiro a “rodos”,…
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