As trocas comerciais entre Angola e a China registam um decréscimo de 20% este ano, comparativamente a 2022, resultado influenciado pela crise financeira mundial, segundo o presidente da Câmara de Comércio Angola-China, em Luanda. uís Cupenala falou à imprensa à margem da Conferência Internacional “Caminhos para o Desenvolvimento: Estudos e Práticas na China e em Angola”, organizada pela Universidade Católica de Angola e pela representação diplomática chinesa no território angolano. Segundo Luís Cupenala, em 2022 as trocas comerciais entre os dois países atingiram os 27,3 mil milhões de dólares (24,8…
Leia maisEtiqueta: China
CHINA, SOLUÇÃO PARA O PROBLEMA OU PROBLEMA PARA A SOLUÇÃO?
O director do departamento de mercados emergentes da Oxford Economics considera que Angola e Moçambique (países governados desde a independência sempre pelos mesmos partidos, MPLA e FRELIMO) são os estados lusófonos africanos em maior risco de uma reestruturação da dívida, o que seria um processo muito demorado. m resposta a questões da Lusa, Gabriel Sterne disse que “os dois países lusófonos africanos mais em risco de uma reestruturação da dívida soberana são Angola e Moçambique, apesar de ambas as economias terem estado melhor devido aos níveis de produção e preço…
Leia maisCHINA MANDA, MPLA MAMA, POVO MORRE
Energia e transportes foram os sectores que beneficiaram de empréstimos chineses ao MPLA (Angola), entre 2000 e 2022, num total de 45 mil milhões de dólares (42 mil milhões de euros), um quarto do montante concedido pela China a África neste período. Angola é, aliás, o país que mais dinheiro deve à China. s dados do Centro de Política de Desenvolvimento Global da Universidade de Boston mostram que o maior empréstimo das últimas duas décadas destinou-se à petrolífera do MPLA, a Sonangol. Angola contratualizou 258 empréstimos, somando 45 mil milhões…
Leia maisA ACTUAL SITUAÇÃO ECONÓMICA NA CHINA E ANGOLA
Crise da economia chinesa: factos e causas. Está a existir um problema na economia chinesa que parece estrutural e poderá afectar as relações com países devedores, como Angola. Vários factores estão a contribuir para uma diminuição do crescimento económico na China e o aumento do desemprego, sobretudo jovem, o que poderá também implicar alguma instabilidade política dentro da própria China. Por CEDESA (*) omecemos por referir alguns dados avulsos recentes[1]: – Os dados de crédito de Julho divulgados no passado dia 11 de Agosto mostraram uma queda na procura de…
Leia maisVASELINA PARA QUÊ?
Segundo o ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, o Governo angolano, há 48 anos nas mãos do MPLA, diz que tem vindo a intensificar acções para o desenvolvimento do potencial económico do país e dos seus cidadãos com vista a garantir o progresso, a segurança alimentar e nutricional. alando hoje na abertura da II Reunião Orientadora para a Cooperação Económica e Comercial Angola-China, o ministro de Estado reiterou que o Executivo angolano tem procurado melhorar o ambiente de negócios como condição fundamental para a contínua…
Leia maisA SUA BÊNÇÃO, XI JINPING!
O ministro de Estado para a Coordenação Económica de Angola, José de Lima Massano, pediu hoje aos empresários chineses “mais investimentos” para a produção de alimentos, para o sector da habitação, indústria transformadora e comércio para potenciar a economia angolana. Qual será mesmo o quociente de inteligência desta criatura? osé de Lima Massano, que discursava hoje na abertura do Fórum de Negócios Angola — China (FONAC), enquadrado nos 40 anos de cooperação e relações bilaterais entre ambos os países, disse que o país vai continuar com reformas que concorrem para…
Leia maisALÉM DE MAMAR O QUE MAIS FARÁ O MPLA?
O embaixador chinês em Angola, Gong Tao, disse hoje que a China está disponível para continuar a financiar infra-estruturas e a investir no país, destacando igualmente o aumento homólogo de 25% nas trocas comerciais entre os dois países. Ou seja, Pequim quer amarrar (ainda) mais curto o MPLA. ong Tao que foi recebido em audiência pelo Presidente general João Lourenço, abordou com o chefe de Estado (Presidente do MPLA e Titular do Poder Executivo) as relações bilaterais, sublinhando que estão “num bom período do seu desenvolvimento”, no ano em que…
Leia maisDIREITOS HUMANOS NA CHINA? NADA!
A organização não-governamental Human Rights Watch (HRW) criticou o presidente brasileiro, Lula da Silva, por ter ignorado “o terrível historial” de direitos humanos de Pequim, durante a sua viagem oficial à China, na semana passada. Noutra frente, a invasão da Ucrânia pela Rússia fez com que as graves violações dos direitos humanos sejam “escandalosamente habituais” e desviem a atenção das ameaças existenciais à sobrevivência da humanidade, alertou o alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Turk. um texto publicado na sua página online, com um tom crítico e…
Leia maisCOMO A DÍVIDA PÚBLICA NÃO É PARA PAGAR…
O Fundo Monetário Internacional (FMI) e um grupo de 12 países africanos alertou hoje que a dívida pública na África subsaariana agravou-se para níveis acima de 60% e que dois terços da região está com endividamento excessivo. declaração da directora executiva do FMI (Kristalina Georgieva) e do presidente do grupo africano, o primeiro-ministro de Cabo Verde (Olavo Correia), diz que “o impacto das múltiplas crises, o abrandamento do crescimento económico e a depreciação das taxas de câmbio está a alargar os défices orçamentais em muitos países na região e a…
Leia maisMPLA APOSTA NA POLIGAMIA DO CUMBU
O enviado especial dos Estados Unidos da América (EUA), Amos Hochstein, defende que Angola deve escolher empresas que assegurem comunicações seguras e estáveis, face à necessidade de protecção de dados e aos ciberataques, alertando também para a armadilha da dívida. coordenador especial de Joe Biden para infra-estruturas globais e segurança energética, Amos Hochstein, que veio a Luanda para uma curta visita de 48 horas a Angola, que incluiu encontros com o Presidente angolano, João Lourenço, e a comunidade empresarial norte-americana, bem como os ministros da Energia e Águas, Telecomunicações, Tecnologia…
Leia mais
