Supremo absolve Mavungo

O Tribunal Supremo ordenou a absolvição de José Marcos Mavungo, cidadão que havia sido condenado, em primeira instância, pelo Tribunal Provincial de Cabinda, a seis anos de prisão maior por suposta e nunca provada incitação à rebelião e à violência, acrescido de uma multa de 50 mil kwanzas de taxas de justiça. Após analisar o recurso interposto pela defesa, o colectivo de jurados da Câmara Criminal do Tribunal Supremo, que é liderada pelo Juiz Conselheiro Simão de Sousa Victor, concluiu que não existem factos concretos relativamente aos crimes pelos quais…

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Detido há um ano

“Faz hoje, dia 14 de Março, um ano, em que o Activista de Direitos Humanos, e economista, José Marcos Mavungo, e o advogado e Activista de Direitos Humanos, Arão Tempo, foram detidos, em Cabinda. Mavungo depois de ter mostrado a intenção de se manifestar, pacificamente, o que não chegou a acontecer, pois além da manifestação ter sido proibida, foi detido de manhã, à saída da sua missa de sábado. Foi meses depois condenado, a 6 anos de cadeia, sem que conseguissem provar, nenhum dos actos, que lhe atribuíram. Até hoje…

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Detido há um ano na colónia de José Eduardo dos Santos

A situação dos activistas detidos em Cabinda há um ano “não evoluiu, continua a mesma”, considera o advogado Arão Bula Tempo, um dos acusados de “rebelião”, impedido de sair da região. Oactivista pelos direitos humanos, José Marcos Mavungo, e o advogado Arão Bula Tempo foram detidos a 14 de Março de 2015, depois de conhecida a intenção de se manifestarem contra o que consideram ser violações de direitos humanos e má governação em Cabinda. A manifestação não chegou a realizar-se, por proibição do governo local, mas tal não impediu, uns…

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ONU exige libertação imediata de José Marcos Mavungo

O Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Detenções Arbitrárias (UNWGAD) exige a “libertação imediata” do activista dos Direitos Humanos angolano José Marcos Mavungo, considerando “arbitrária” e “violadora” da lei internacional a detenção e condenação. N um comunicado, a instituição da ONU, além de exigir a libertação, pede ao Governo de Luanda que pague uma indemnização a Marcos Mavungo, detido em Março de 2015 sob a acusação de “rebelião” por ter organizado uma manifestação para protestar pacificamente contra as violações aos Direitos Humanos e a “má governação” em Cabinda. “A…

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“Condenação de Mavungo é simplesmente surreal”

A sentença de seis anos de prisão efectiva decretada pelo juiz do Tribunal de Cabinda está a provocar uma onda de contestação junto de activistas cabindeses e de organizações não-governamentais. Por Nelson Sul de Angola (*) A condenação do activista José Marcos Mavungo a seis anos de prisão efectiva deve ser enquadrada no clima de repressão e supressão de dissidentes em Angola, considerou a Amnistia Internacional, logo depois de conhecer, esta segunda-feira, a sentença proferida pelo Tribunal Provincial de Cabinda. No enclave angolano as reacções dos activistas e das organizações…

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FLEC condena prisão de Marcos Mavungo

A direcção político-militar da FLEC/FAC, “rejeita a prisão a seis anos de activista José Marcos Mavungo e requer a imediata e incondicionalmente todos os outros prisioneiros de lançamento políticas de Cabinda”. E is o comunicado da FLEC/FAC, assinado pelo seu porta-voz, Jean-Claude Nzita: “A FLEC/FAC, espera que o Secretário de estado americano John Forbes Kerry, imediatamente necessário para o governo angolano, a cessação da violência contra a população de Cabinda, no departamento de estado dos Estados Unidos para tomar as necessárias medidas a aplicar o artigo 2 da Declaração Universal…

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Bacanal do regime colonial do MPLA continua em alta

O Tribunal do regime em Cabinda condenou hoje o activista José Marcos Mavungo a seis anos de prisão efectiva pela alegada – nunca provada – prática de um crime de rebelião contra o Estado angolano, tendo a defesa anunciado que vai recorrer da decisão. O advogado Francisco Luemba, reafirma que durante o simulacro de julgamento (cópia fiel dos tribunais populares do tempo de partido único em Angola) não foi produzida prova contra o activista, em prisão preventiva desde 14 de Março, data em que se deveria ter realizado uma manifestação…

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Carta aberta de Raul Tati
ao Sub-Procurador Geral
da República em Cabinda

Escrevo para V/Excia, mas sei também que o alcance das minhas palavras ultrapassa a vossa instância, por isso decidi fazer uma carta pública. Por Raul Tati Q uis o destino que nos cruzássemos na vida num momento dramático da minha terrena existência, quando em 2010 fui detido e submetido ao vosso arbítrio. Na circunstância V/Excia acusou-me de ter cometido crimes contra a segurança do Estado angolano e, sem apelo nem agravo, pediu a minha condenação a cinco anos de reclusão. Desde então a minha vida ficou inexoravelmente marcada pelo vosso…

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Que tal a pena de morte para o activista Marcos Mavungo?

O Tribunal de Cabinda começa a julgar a 25 de Agosto o activista angolano José Marcos Mavungo, detido desde Março, acusado pelo Ministério Público (do regime) da prática de um crime de rebelião contra o Estado. Mais um caso de prepotência de um regime corrupto e incompetente. A informação foi prestada hoje pelo advogado de defesa, Francisco Luemba, incorrendo o arguido numa pena de prisão entre três e 15 anos. Segundo o despacho de pronúncia, o activista, de 52 anos, acusado também de incitar à violência, surge associado à recuperação…

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Abaixo-assinado para libertar activistas de Cabinda

Abaixo-assinado para libertar activistas de Cabinda - Folha 8

Activistas dos direitos humanos e personalidades angolanas pedem a libertação imediata de José Mavungo e Arão Tempo, detidos há mais de um mês. As autoridades justificam a detenção com a situação política no enclave. Por Nelson Sul d’Angola (*) O activista dos direitos humanos José Marcos Mavungo e o advogado Arão Bula Tempo são “presos políticos” e devem ser libertados imediatamente, afirma um grupo de defensores dos direitos humanos e personalidades angolanas num abaixo-assinado. José Mavungo, de 56 anos, e Arão Tempo, de 52 anos, estão detidos em Cabinda desde…

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