Parabéns Marcolino Moco

Angola recebe mais um PhD. Marcolino Moco, defendeu no dia 12 de Dezembro de 2016, pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, a tese de doutoramento: “Contribuição para uma apreciação jus-internacional da integração regional africana”. Marcolino José Carlos Moco foi Primeiro Ministro de Angola. É licenciado e mestre em Direito pela Universidade Agostinho Neto. Entre o mestrado e o doutoramento foi professor e director da Faculdade de Direito na Universidade Lusíada de Angola. Natural da Província do Huambo, aldeia de Chitue, no Ekunha – antiga Vila Flor. Descende de…

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Mais um prémio para investigador angolano

José Vilema, doutorado em Teoria Jurídico-Política e Relações Internacionais pela Universidade de Évora (Portugal), foi hoje distinguido com honra pela sua investigação na área das Ciências Sociais do ano 2015/2016. Realiza-se anualmente, no dia 1 de Novembro, o Dia da Universidade de Évora que integra no seu programa uma sessão solene no domínio da qual são outorgadas várias distinções e impostas as insígnias doutorais aos novos doutores. A cerimónia contou com as intervenções da reitora, Ana Costa Freitas, da secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Maria Fernanda…

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A excelência de um investigador angolano

O jovem investigador angolano, José Vilema, que no passado 11 de Novembro de 2015 se doutorou pela Universidade de Évora com a classificação máxima atribuída a um Doutoramento, 20 valores, Distinção e Louvor, Summa Cum Laude, por Unanimidade, foi admitido (18 Janeiro) no Programa de Pós-Doutoramento ministrado pela mesma Universidade e positivamente acolhido pelo Centro de Investigação em Ciência Política (CICP) das Universidades de Évora e do Minho em Portugal. U m Programa de Pós-Doutoramento (PostDoc) visa o aprofundamento de competências de realização de investigação autónoma por excelência e o…

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“Luanda-Cidade (im)Previsível)”

A tese de doutoramento da arquitecta Sílvia Viegas sobre Luanda analisa a situação da habitação na capital angolana desde 2002, alertando para situações imprevisíveis provocadas pela forma como os musseques são intervencionados pelo Estado. “A qualificação do musseque é uma alegada intenção do Governo, mas na prática isso não existe”, disse à Lusa Sílvia Leiria Viegas, investigadora do Grupo de Estudos Socio-Territoriais, Urbanos e de Acção Local (GESTUAL) da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa. Para a elaboração da tese “Luanda-Cidade (im)Previsível)”, a investigadora deslocou-se à capital angolana para…

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Salvar pela crítica ou
matar pela bajulação?

Mia Couto, escritor moçambicano e um dos maiores da Lusofonia, apelou hoje aos líderes políticos do país (mas o exemplo serve-nos a todos) para não usarem o povo como “carne para canhão”, considerando que o diálogo e a inclusão são elementos basilares para a paz em Moçambique. “N ão nos usem como carne para canhão, não servimos de meio de troca”, disse Mia Couto no seu discurso da cerimónia de atribuição do título de “Honoris Causa” em Humanidades pela Universidade A Politécnica, que lhe foi conferido hoje em Maputo. Num…

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