Burundi à deriva

Os colégios eleitorais de Burundi abriram hoje após uma série de ataques com granadas e num ambiente marcado pelas deserções de vários políticos do Conselho Nacional para a Defesa da Democracia (CNDD-FDD). V ários centros de votação foram atacados durante a noite na capital do Burundi, Bujumbura, e em algumas províncias, mas os atacantes não danificaram materiais eleitorais, segundo a polícia. “Grupos armados atacaram os centros de votação, dispararam e atiraram granadas, mas a polícia deteve-os”, disse o chefe da polícia local, Godefroid Bizimana. As eleições legislativas e municipais de…

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Pobre mano Holden!

Pobre mano Holden! - Folha 8

Um morto e dois feridos é o resultado provisório dos confrontos que hoje se registaram em Luanda entre militantes das duas alas da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), no arranque do congresso ordinário do partido, o que levou à intervenção policial. A sessão de abertura do congresso, que servirá para escolher a nova direcção, estava prevista para as 11:00, na sede do partido em Viana, arredores de Luanda, mas três horas depois ainda não se tinha iniciado devido à agitação que se vive no local. No confronto físico…

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Polícia mata “Kupapata” no Lubango

Polícia mata “Kupapata” no Lubango - Folha 8

A Polícia colocou o Lubango a ferro e fogo para travar os “kupapatas” que, supostamente, estão a violar algumas regras que limitam a sua circulação. Dos confrontos resultaram vários feridos e um morto. A s forças policiais, PIR, com um dispositivo musculado, estão a perseguir os “kupapatas”, alegando que eles não possuem autorização para no castro urbano. Esses requisitos tem sido um calcanhar de Aquiles entre os “Kupapatas” e a Polícia, o que leva a um clima se terror e violência quase diário. Hoje, segundo apurou o F 8, a…

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Violência contra imigrantes em Angola? (Im)possível!

Violência contra imigrantes em Angola? (Im)possível! - Folha 8

Organizações de defesa dos direitos humanos apelaram às autoridades de Angola para acabarem de imediato com a perseguição e detenção arbitrária de imigrantes africanos que tem acontecido nos últimos dias, denunciando o recurso a “tratamentos desumanos e cruéis”. N ão se percebe a razão porque se fala no plural. É que em Angola não existem autoridades. Existe uma só autoridade: o monarca-presidente Eduardo dos Santos. Além disso, todos deveriam saber que a sua autoridade é divina, razão pela qual não carece de divisão pelos seus súbditos. Estes apenas executam. E…

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Quem defende os angolanos considerados de segunda?

Quem defende os angolanos considerados de segunda? - Folha 8

Um grupo de seis especialistas independentes das Nações Unidas denunciaram hoje a possibilidade existência de um padrão de impunidade sobre a brutalidade exercida contra cidadãos afro-americanos nos EUA. Por Orlando Castro E que tal esses especialistas analisarem o que, por exemplo, se passa em Angola onde existe um padrão de impunidade sobre a brutalidade exercida contra cidadãos angolanos, só porque teimam em pensar de forma diferente de quem está no poder desde 1975? “A decisão (dos jurados) deixou muitos com a legítima preocupação sobre a existência de um padrão de…

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Editorial: “Jornal de Angola” e o incitamento ao racismo, ódio e guerra

Editorial: “Jornal de Angola” e o incitamento ao racismo, ódio e guerra

O pior que pode existir num país, não são os intransigentes, na maioria das vezes coerentes e verticais, mas os bajuladores, os falsos, os traidores e incompetentes. Esta raça é tão perniciosa que se confunde com o camaleão, nos seus malefícios colectivos. No caso angolano, a história está prenhe de traidores, individuais e colectivos, até mesmo no jornalismo, profissão nobre e solene, em função do alcance e função pública. Por William Tonet Hitler, no século XX, foi o grande percursor na subversão do real papel da mídia, colocando-a ao serviço…

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Levámos porrada e fomos despejados na mata

Levámos porrada e fomos despejados na mata - Folha 8

Os dois repórteres do Folha 8 que hoje acompanharam profissionalmente a manifestação que, em Luanda, envolvia dez movimentos contestatários reunidos no autodenominando Conselho Nacional dos Activistas de Angola, foram vítimas – como muitos outros – da sanha persecutória do regime. P ara além de ficarem sem o respectivo equipamento de trabalho, foram detidos pelas forças de segurança e abandonados numa mata para lá do Cacuaco. Isto depois de umas lições de reeducação patriótica, baseadas sobretudo na lei do cassetete – para aprimorar fisicamente estes delinquentes do Folha 8 – e…

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Ditadores estão a pôr as barbas de molho

Ditadores estão a pôr as barbas de molho - Folha 8

Depois de dias de protestos violentos, o líder das Forças Armadas do Burkina Faso declarou a dissolução da Assembleia e a criação de um governo provisório. O Povo saiu à rua para dizer basta a um Presidente, Blaise Compaore, que está no poder há 27 anos e por lá queria continuar eternamente. Milhares de pessoas saíram à rua contra o Governo do actual Presidente Blaise Compaore. Numa série de confrontos já há mais de 30 mortos e uma centena de feridos. Os protestos acontecem devido à intenção do Presidente de…

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Frelimo e Renamo à lei da força

Membros da Frelimo e da Renamo envolveram-se hoje em confrontos na cidade de Nampula, norte de Moçambique, tendo sido detidos nove elementos da Renamo e um outro ficado gravemente ferido. Um elemento da Renamo (Resistência Nacional Moçambicana) presente no local disse que os confrontos tiveram lugar no mercado de Waresta, bairro de Natikiri, arredores de Nampula, quando membros dos dois partidos se cruzaram em actividades de campanha para as eleições gerais (presidenciais, legislativas e assembleias provinciais) de 15 de Outubro. “Quando os membros da Frelimo chegaram ao mercado do Waresta,…

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Violência eleitoral ensombra Moçambique

O presidente da Comissão Nacional de Eleições de Moçambique (CNE) considerou hoje que os incidentes de violência durante a campanha para as eleições gerais mancharam o processo eleitoral, alertando para o possível crescimento da tensão antes da votação. “Foram incidentes feios e maus que serviram para manchar este processo tão bonito, que todos pretendíamos que fosse. O povo moçambicano não quer mais situações de instabilidade, de violência. As pessoas não querem ver e viver violência”, afirmou Abdul Carimo (foto), durante um encontro com líderes religiosos moçambicanos. Conflitos envolvendo militantes da Frente de Libertação…

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