Chikoty continua a mentir

O ministro das Relações Exteriores de Angola, Georges Chikoti, considerou, sem nenhuma originalidade, “brilhante” a eleição de António Guterres para o cargo de secretário-geral das Nações Unidas. Georges Chikoti referiu em entrevista à televisão pública angolana que a eleição de António Guterres corresponde a um “grande momento para o mundo da língua portuguesa”. Segundo o chefe da diplomacia angolana, país que tem lugar como membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU, António Guterres tem demonstrado uma “grande capacidade” e a sua eleição é uma oportunidade para a promoção…

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Quem é Guterres, o novo secretário-geral da ONU?

António Guterres é o novo secretário-geral da ONU. O engenheiro nasceu em 1949 em Lisboa. Foi líder do Partido Socialista, primeiro-ministro, presidente da Internacional Socialista e, por último, dirigente do ACNUR. Por João Carlos (*) António Manuel de Oliveira Guterres, que foi nomeado por unanimidade pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) para Secretário-geral da ONU, tem agora pela frente o grandioso desafio de implementar as reformas propostas no sistema da ONU, conforme os objectivos que defendeu durante a campanha de candidatura ao cargo até então assumido pelo sul-coreano…

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Quem melhor ajuda (o regime) a branquear?

O resultado de uma primeira votação no Conselho de Segurança para secretário-geral da ONU colocou António Guterres na frente da corrida. Talvez por isso, ou não, o ministro das Relações Exteriores de Angola, Georges Chikoti, apresentou hoje o apoio angolano à passagem do vice-primeiro-ministro da Eslováquia, Miroslav Lajcak, ao grupo de seis seleccionados… Em Março passado, o antigo alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados, António Guterres, veio a Luanda pedir o apoio de Angola à sua candidatura a secretário-geral ONU. Embora faça parte do ADN do regime jogar…

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Razões para vetar Guterres

O antigo alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados, António Guterres, veio a Luanda para pedir o apoio de Angola à sua candidatura a secretário-geral ONU. Certamente que o regime não lhe negará esse apoio. Pena é que, estamos em crer, o candidato se esqueça de que Angola não é o regime e que, por cá, existem angolanos a morrer todos os dias. O caso do Hospital Pediátrico de Luanda é, apenas e só, o mais recente exemplo. Em declarações à Angop, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, António…

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