Um verdadeiro tsunami, com mais de um milhão e meio de populares, invade as principais e emblemáticas ruas de Paris, desde às 14h00, deste domingo, 11 de Janeiro, depois dos bárbaros ataques assassinos, protagonizados por três fundamentalistas islâmicos, na semana que finda. Por Folha 8 em Paris E ncabeçada pelo Presidente francês, vários chefes de Estado e de Governo aderiram à marcha, para dizer: Basta! O terrorismo não pode continuar a intimidar a Liberdade, matar a Solidariedade e perturbar a Fraternidade, por esta razão, num curto espaço de tempo o…
Leia maisEtiqueta: liberdade
A utopia dos bons
O massacre de pelo menos doze pessoas, entre jornalistas e polícias, em Paris, num atentado contra o semanário satírico francês “Charlie Hebdo” foi visto como um ataque contra a liberdade de expressão. Por Orlando Castro F oi visto assim por muitos, alguns apenas como forma de cumprirem uma formalidade politicamente correcta. Mesmo em países não muçulmanos o lamento sabe a hipocrisia. Isto porque, para muitos, a liberdade de expressão (quando não coincide com a verdade oficial) representa um atentado contra a segurança do Estado. Por cá, ou seja por Angola,…
Leia maisNous sommes Charlie
Um ataque terrorista de extremistas islâmicos, em Paris, contra o semanário satírico Charlie Hebdo, fez hoje 12 mortos, entre os quais vários jornalistas. Mataram alguns mensageiros. A liberdade, essa continua viva. A Redacção do Folha 8
Leia maisLiberdade em Cabinda? Não! Porto (talvez) em Junho? Sim!
A construção do porto de águas profundas de Cabinda, obra orçada em cerca de 500 milhões de euros, arranca em Junho, mas os trabalhos preparatórios já estão em curso, anunciou hoje a governadora provincial. A ldina da Lomba Catembo ediz que “estão a fazer-se as infra-estruturas de apoio [à construção] e em Junho de 2015 arrancam as obras propriamente ditas”. Anteriormente, em declarações à Lusa, a responsável afirmou tratar-se do maior investimento já realizado no enclave, permitindo “tirar Cabinda do isolamento”, tendo em conta a descontinuidade de cerca de 60…
Leia maisAo cuidado do “querido líder” José Eduardo dos Santos
O presidente do Parlamento guineense, Cipriano Cassamá, disse hoje que pretende em 2015 uma aproximação da instituição que dirige com os jornalistas para, destacou, a “moralização da sociedade e combater a corrupção”. N um encontro de confraternização com os jornalistas na Assembleia Nacional, Cipriano Cassamá pediu aos jornalistas que se juntem “aos esforços” do Parlamento para fiscalização da acção governativa, moralização da sociedade, das más práticas dos agentes públicos e denúncia da corrupção. O líder do Parlamento pediu mesmo que haja “uma cumplicidade” entre o hemiciclo e os jornalistas na…
Leia maisJornalistas? Sim, até ao fim
Os jornalistas turcos receiam que a liberdade de Imprensa esteja sob ameaça na Turquia, na sequência das operações dirigidas recentemente pelo poder político contra profissionais e executivos de grupos editoriais. Por Orlando Castro E m Angola, nesta matéria, existe uma vantagem decisiva para o regime. Só se pode recear por aquilo que existe. Tirando os casos mais resistentes, que se podem contar pelos dedos de uma mão em vias de ser amputada, tudo o resto é folclore, é propaganda. Para Sevgi Akarçesme, uma colunista do Zaman, o diário de maior…
Leia maisEditorial: O jornal instigador de todas as guerras
Hoje sou levado a passar em revista a questão da imprensa, da liberdade de imprensa e dos jornalistas, um pouco inspirado em Claude Jean Bertrand, no tocante à sobrevivência, enquanto órgãos de serviço público. Por William Tonet Há um século aconteceu o escândalo dos biliões de francos emprestados pelos franceses ao Estado Czarista. Na época, “toda resistência a novos empréstimos (era) combatida pela imprensa que, de acordo com os bancos, habituara-se a uma chantagem lucrativa”. Em Angola vivemos o caso do BESA, enquanto banco privado, que canalizou dinheiro a “rodos”,…
Leia maisOje como ontem, bestiais e bestas
Num texto, mais um, digno de vencer o Prémio Pulitzer, o órgão oficial do regime angolano, também conhecido por Jornal de Angola (JA), mostra o que é a democracia do MPLA e ensina ao mundo o que é o jornalismo. E está a ter bons alunos. O jornal português Oje é um bom exemplo. E será com certeza recompensado por isso. Por Orlando Castro D iz o pasquim do regime que os órgãos de informação privados nada mais são do que um “Cavalo de Tróia que vomitava do seu seio…
Leia maisPaulo de Carvalho, Angop e (quem diria?) democracia
A Agência Angola Press (Angop) foi destacada hoje, sexta-feira, em Luanda, como uma das Escolas de Jornalismo angolano que marcou e continua a marcar os 39 anos de independência nacional, por formar profissionais qualificados que contribuíram para o desenvolvimento da Comunicação Social em Angola. Por Orlando Castro Odestaque foi feito hoje, pelo sociólogo Paulo de Carvalho, durante uma palestra sob o tema “39 Anos de Jornalismo Angolano”, promovida pelo Centro de Imprensa Aníbal de Melo (CIAM) e a União dos Jornalistas Angolanos (UJA), tendo reconhecido, igualmente, a nacionalização do Jornal…
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