“UGP FINANCIOU O MPLA”

Um dos 49 arguidos angolanos do caso Lussati relevou em tribunal que a Unidade da Guarda Presidencial (UGP) financiou as campanhas eleitorais do MPLA de 2008, 2012 e 2017 e que o órgão terá subornado igualmente militantes da UNITA. Nada de novo, no reino. Uma fonte da defesa do processo disse hoje que a revelação do coronel Jacinto Hengombe, antigo assistente principal da ex-Casa de Segurança do Presidente angolano, foi feita na terça-feira durante a sua audição em sede de interrogatório. Além de a UGP ter suportado as despesas do…

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EM “MPLÊS”, BODE EXPIATÓRIO DIZ-SE… LUSSATI

Os advogados do caso Lussati decidiram hoje continuar em sede da audiência do julgamento, após os últimos protestos por alegada parcialidade do juiz, e garantiram que “não temem” a presença de magistrados que participaram na instrução preparatória. A permanência dos mais de 30 advogados do processo, onde estão arrolados 49 arguidos, com destaque para o major Pedro Lussati, tido como cabecilha do grupo, foi decidida após uma reunião de concertação entre a defesa, o Ministério Público (MP) e o colectivo de juízes. Após o adiamento da sessão de quinta-feira, na…

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PORTUGAL “ENTRA” NO COFRE DE LUSSATI!

O major Pedro Lussati, principal arguido de um esquema fraudulento envolvendo militares das mais altas patentes da Casa de Segurança (hoje Casa Militar) do Presidente angolano, general João Lourenço, transferia alegadamente dinheiro para Portugal através de empresas do grupo Irmãos Chaves, segundo a acusação do Ministério Público. O grupo empresarial da Madeira, que opera em Portugal e em Angola em áreas como construção, imobiliário, saúde, agricultura e ‘rent-a-car’, aparece referenciado no processo através da empresa Prime Talatona, em que Pedro Lussati é sócio, juntamente com José António Figueira Chaves, um…

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INSTRUÇÃO CONTRADITÓRIA DO CASO LUSSATI

A instrução contraditória do caso Lussati, processo que conta com 51 arguidos, entre os quais o major Pedro Lussati, ligado à então Casa de Segurança do Presidente da República de Angola (hoje designada “Casa Militar”), iniciou-se hoje em Luanda. A instrução contraditória do que ficou conhecido como “Operação Caranguejo” é uma fase que visa clarificar e completar alguns aspectos da acusação do Ministério Público, antes de se iniciar o julgamento, noticiou a Rádio Nacional de Angola. No entanto, nem todos os mandatários dos arguidos requereram esta fase, facultativa, entregue ao…

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