Desconheço, não li, não vi
(a água cheira a bacalhau)

O banqueiro luso-angolano Carlos José da Silva negou hoje, em julgamento que decorre em Lisboa, que tenha oferecido emprego ao ex-procurador Orlando Figueira para ir trabalhar para o BPA Angola, contrariando declarações do arguido. Carlos Silva, que começou hoje a ser ouvido como testemunha no julgamento da Operação Fizz, foi apontado por Orlando Figueira como o responsável pelo seu contrato de trabalho, nunca cumprido, para ir trabalhar para Angola como assessor jurídico do Banco Privado Atlântico. A testemunha começou por explicar que conheceu Orlando Figueira quando se deslocou ao Departamento…

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Processo sobre Vicente seguiu para o TIC de Lisboa

O Ministério Público (MP) de Portugal já enviou para o Tribunal de Instrução Criminal o caso “Operação Fizz”, apesar de o vice-Presidente angolano, Manuel Vicente, não ter sido ainda notificado da acusação, disseram hoje fontes ligadas ao processo. Paulo Sá e Cunha, mandatário do procurador e arguido Orlando Figueira, confirmou à Lusa que recebeu um ofício do Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Lisboa a solicitar aos advogados de defesa para se pronunciarem sobre a decisão do Ministério Público de enviar os autos para instrução. A decisão do Departamento Central…

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Portugal acusa Manuel Vicente de corrupção activa

O Ministério Público de Portugal acusou o ex-presidente da Sonangol e vice-presidente da República de Angola, Manuel Vicente, o procurador Orlando Figueira, o advogado Paulo Blanco e o arguido Armindo Pires no âmbito da “Operação Fizz”, relacionada com corrupção e branqueamento de capitais. No dia 2 de Março de 2016, Manuel Domingos Vicente declarou que eram falsas e atentatórias ao seu bom nome informações veiculadas pela imprensa de todo o mundo, com excepção para a que pertence ao regime, sobre o seu suposto envolvimento em factos que estariam a ser…

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Detido procurador português amigo do clã dos Santos

O procurador do Ministério Público (Portugal), Orlando Figueira, foi hoje detido pela Polícia Judiciária por suspeitas de corrupção e branqueamento de capitais. E, como está no ADN de Portugal e de Angola, qualquer escândalo de alto gabarito tem de envolver altos dignitários do regime de José Eduardo dos Santos. Mas o resultado será sempre o mesmo: arquivado. Oprocurador, que trabalhou no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), está detido por suspeitas de ter cometido crimes económicos no exercício das suas funções como magistrado. Segundo o Correio da Manhã,…

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