A coisa está negra. Para a maioria…

A injecção semanal de divisas pelo Banco Nacional de Angola (BNA) na banca comercial desceu 20 por cento, para 254,9 milhões de euros, sobretudo para importar alimentos, mas também pagar bolsas de universitários no exterior e para a Sonangol. Ainformação consta do relatório semanal do BNA sobre a evolução dos mercados monetário e cambial, no período entre 11 e 15 de Julho, contrastando com os 315 milhões de euros da semana anterior e mantendo-se as vendas apenas em moeda europeia. De acordo com o documento, as divisas disponibilizadas na última…

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Família milionária, casa arrombada, trancas à porta

Quase 41 anos depois da independência, eis que o regime (o mesmo desde 1975) descobre – qual Pedra Filosofal – que é preciso pôr limites à despesa do Estado. É obra! Assim, A proposta do limite de despesa para o Orçamento Geral do Estado (OGE) angolano, dependente das receitas petrolíferas, deverá ser apreciada até 28 de Julho pelo executivo. Depois de dois anos de crise e austeridade no país, devido à quebra para metade nas receitas fiscais com a venda de petróleo, que garante quase 98% das exportações angolanas, o…

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Defesa sim, saúde e educação que esperem

O regime angolano prevê gastar 5,8 mil milhões de euros com a área da Defesa em 2016. Ou seja, 13% toda a despesa pública. Isto é, quase mesmo montante que os sectores da educação e da saúde juntos. E assim vai o reino do “querido líder”. O s números resultam da proposta do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2016, que prevê receitas e despesas de 6.429.287.906.777 de kwanzas (44,6 mil milhões de euros), incluindo um défice de 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB) que obrigará a endividamento público. Do…

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Défice, mais défice, mais défice

As contas públicas angolanas deverão apresentar um novo buraco em 2016, na previsão do Governo, elevando o défice acumulado em três anos para 2,4 biliões de kwanzas, o equivalente a 16,3 mil milhões de euros. O s indicadores, compilados pela agência Lusa, resultam da análise ao relatório de fundamentação do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2016, um ano em que o Estado vai voltar a fazer com que os angolanos apertem o cinto da austeridade, devido à crise da cotação do petróleo, prevendo um défice nas contas públicas de…

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Receber mais, gastar menos

O Estado angolano registou mais receitas do que despesas no mês de Agosto, contrariando ligeiramente uma tendência de vários meses, mantendo-se assim a forte contenção financeira devido à quebra da cotação do petróleo no mercado internacional. O s dados constam do relatório de execução orçamental do Ministério das Finanças, indicando que entre receitas totais correntes e de capital (empréstimos contraídos) entraram nos cofres públicos, em Agosto, 210 mil milhões de kwanzas (1,4 mil milhões de euros). Trata-se de uma quebra de 54% face às receitas obtidas pelo Estado no mesmo…

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Socorro! Faltam mais de
2 mil milhões de dólares

O Governo vai emitir dois mil milhões de dólares em dívida pública, para investidores nacionais, procurando contornar a falta de condições no mercado externo, que levou ao recente cancelamento de uma emissão de 1,5 mil milhões de dólares. A decisão consta de um decreto executivo assinado pelo ministro das Finanças, Armando Manuel, com data de 6 de Outubro, autorizando a emissão de Obrigações do Tesouro em moeda externa até dois mil milhões de dólares (1.779 milhões de euros). O decreto define que esta emissão destes títulos de dívida pública, pagos…

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Cinto (bem) apertado para (é claro!) os mesmos de sempre

O Orçamento Geral do Estado (OGE) angolano para 2016 vai manter, do ponto de vista oficial, limites “apertados” na despesa, tendo em conta que a cotação internacional do barril de petróleo continua em baixa, divulgou hoje o Ministério das Finanças. A informação, que cita a Directora Nacional do Orçamento do Estado, Aia-Eza da Silva, acrescenta que o OGE de 2016 já está em preparação, em conjunto com os gestores públicos, e que não se perspectiva “um maior nível de receitas”, num contexto em que as que são oriundas do petróleo…

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A solução é… cortar

A solução é… cortar - Folha 8

A revisão do Orçamento Geral do Estado (OGE) implica o corte de um terço do total da despesa pública, com a redução da previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 6,6%. O documento, hoje aprovado em reunião do Conselho de Ministros, resulta da quebra das receitas petrolíferas e nele se confirma ainda um défice estimado para 2015 de 6,2% do PIB, contra os 7,6% do OGE ainda em vigor. Além disso, de acordo com a informação transmitida pelo Ministro das Finanças no final da reunião do Conselho de…

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Alguma vez o Governo cumpriu o OGE?

Alguma vez o Governo cumpriu o OGE? - Folha 8

O Orçamento Geral do Estado de Angola para 2015 aumenta a despesa em programas sociais e corta na Administração Pública e na defesa e ordem pública, reflectindo prioridades acertadas mas de difícil concretização, considera a Economist. Ou seja, tudo vai continuar na mesma. Bons diagnóstico, péssima medicação. Num comentário aos números já conhecidos do Orçamento Geral do Estado (OGE) para o próximo ano, os peritos da unidade de análise económica (Economist Intelligence Unit – EIU) da revista britânica The Economist explicam que “o orçamento para 2015 reflecte algumas mudanças às…

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