A inoperância prolongada dos sinais luminosos de trânsito em diversos cruzamentos do bairro Maculusso, município da Ingombota, em Luanda, tem comprometido seriamente a mobilidade de pedestres e automobilistas. A situação expõe diariamente os cidadãos a riscos de acidentes e engarrafamentos constantes e estes apelam ao governo local para que intervenha com “urgência”, a fim de reduzir a sinistralidade rodoviária e restaurar a segurança no tráfego na zona. Por Berlantino Dário e Malaquias Mizalaque egundo relatos de transeuntes que falaram ao Jornal Folha 8, a circulação rodoviária tem-se tornado cada vez…
Leia maisCategoria: Sociedade
NO CACUACO, ENQUANTO A POLÍCIA DORME, MARGINAIS “TRABALHAM”
Devido à inexistência de patrulhamento policial no período nocturno e de uma esquadra móvel nos bairros Nova Urbanização e Eco-Campo, no município de Cacuaco, em Luanda, grupos de marginais provenientes da província de Icolo e Bengo estão a espalhar entre os moradores sentimento de pânico com a realização de assaltos constantes à mão armada em residências e estabelecimentos comerciais, deixando igualmente registos de assassinatos, agressão física e sexual. Por Geraldo José Letras omados pelo medo, os populares que estão a preferir abandonar a zona devido aos casos frequentes de assaltos…
Leia maisMUÇULMANOS UNEM-SE E AGUARDAM LEGALIZAÇÃO DA SUA RELIGIÃO
O ex-Conselho Islâmico de Angola (COIA) e a Comunidade Islâmica de Angola (CISA), decidiram, em conferência de imprensa, na mesquita sede, no município de Cazenga, em Luanda, unir-se para pôr fim às desavenças que os separavam para liderar a religião maometana no país. Por Berlantino Dário e Smith Gomes egundo o representante da Comissão para a Reconciliação dos Muçulmanos em Angola (CRMA), Lendo Panzo José, fez saber que a comunidade muçulmana em Angola é uma organização expressa e que existe desde 1978, poucos anos após a proclamação da independência de…
Leia maisPESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA ESQUECIDAS PELO (DES)GOVERNO DO MPLA
As pessoas com deficiência física dizem-se esquecidas pelas políticas públicas do Executivo para as classes sociais mais vulneráveis no país (des)governado pelo MPLA há 50 anos. Em declarações ao Folha 8, os cidadãos em situação de vulnerabilidade social e económica defendem que Angola deve adoptar a um plano urbanístico e de construção das estradas mais inclusivos. Por Geraldo José Letras s cidadãos portadores de deficiência física dizem que enfrentam várias dificuldades de mobilidade na província de Luanda devido à não existência de faixas de circulação nas estradas para pessoas com…
Leia maisWILLIAM TONET RECEBE VISITA DE ACJ APÓS MORTE DO FILHO PRIMOGÉNITO
O presidente da União Nacional para Independência Total de Angola (UNITA), Adalberto da Costa Júnior, efectuou, terça-feira, uma visita de solidariedade à residência do jornalista e advogado William Afonso Tonet pela morte do filho Nvunda Will Sérgio Tonet por doença a 20 de Janeiro, na clínica Girassol, em Luanda. Por Berlantino Dário visita serviu de consolo para a família enlutada e, aos microfones do jornal Folha 8, Costa Júnior considerou a perda do filho da dimensão de Nvunda Tonet e nas circunstâncias em que o infausto aconteceu como um golpe…
Leia maisESCASSEZ DE ÁGUA POTÁVEL PREOCUPA MORADORES DA COMUNA DO GOLFE
A escassez de água potável no Golfe 1, município do Kilamba Kiaxi, em Luanda, atinge níveis críticos, com moradores enfrentando dias consecutivos sem abastecimento. De acordo com os moradores, não se sabe as verdadeiras causas da escassez de água na comuna. Por Laplaine Brito anuel Sebastião, morador na comuna do Golfe, contou que, “já há duas semanas que a correria é só da água, temos que acordar cedo para poder ir atrás da água. Aqui já ninguém está preocupado com a vaidade, a escassez da água está a tirar a…
Leia maisO PECHISBEQUE SHOW DA TIA ANA NO GANA
O verdadeiro sucesso e a longevidade da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA) dependerão da capacidade de garantir uma integração económica inclusiva, justa e amplamente participativa, com especial atenção às mulheres, aos jovens e ao vasto sector informal africano. posição foi defendida por Ana Dias Lourenço durante a sua intervenção nos Diálogos sobre a Prosperidade de África (APD) 2026, que decorreram sob o lema “Empoderar as PME, Mulheres e Jovens no Mercado Único Africano”, no Centro Internacional de Conferências de Acra, no Gana. Momentos antes da sua intervenção, Ana…
Leia maisOBRAS DE EMERGÊNCIA PARA AS PALANCA NEGRAS GIGANTES
O Governo angolano autorizou a utilização de verbas do Fundo Rodoviário e Obras de Emergência para financiar obras no Museu Nacional de História Natural e no Parque Nacional da Cangandala, num valor global de cerca de 13 milhões de euros. m causa estão obras de reposição da estabilidade estrutural no Museu Nacional de História Natural e intervenções para melhoria do acesso ao Parque Nacional da Cangandala, na província de Malanje, segundo um despacho presidencial. A intervenção no Museu Nacional de História Natural, situado no Largo do Kinaxixi, visa responder à…
Leia maisOLHAI PARA O QUE DIZEMOS, NÃO PARA O QUE FAZEMOS, ACONSELHA LAURINDA CARDOSO
A presidente do Tribunal Constitucional (TC) angolano, Laurinda Cardoso, desafiou hoje os tribunais africanos a serem “guardiões vigilantes e não adormecidos”, considerando que protecção dos direitos fundamentais é um imperativo estratégico para a sobrevivência das democracias. magistrada judicial afirmou hoje, na abertura do Fórum Constitucional sobre os Direitos e Garantias da Jovem Mulher e Criança, em Luanda, que “a protecção dos direitos fundamentais não é uma exigência ética ou jurídica, apenas, é pois, um imperativo estratégico para a sobrevivência das nossas democracias”. Para a juíza presidente do TC de Angola,…
Leia maisGOVERNO FALHA NAS POLÍTICAS DE VENDA ORDENADA
Após o Governo angolano e as administrações municipais terem implementado o projecto do combate contra as vendas desordenadas, uma das apostas do Executivo através do “Programa de Reordenamento do Comércio”, tem sido um desafio marcado por falhas. Mesmo, com a imposição de medidas coercivas, a venda informal continua a crescer em várias áreas dos municípios, evidenciando a falta de infra-estruturas adequadas para abrigar comerciantes e compradores que apontam o aumento do desemprego, miséria e da pobreza, como a razão da insistência destas actividades de subsistência. Por Elias Muhongo s angolanos…
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