Entre a “sexta básica” financeira e a “cesta básica” educacional

O Ministério da Educação e a Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG) assinaram hoje, em Luanda, um protocolo de cooperação para a introdução de conteúdos de educação financeira no sistema de ensino angolano, a partir de 2022. E para quando a introdução de conteúdos sobre como escrever (mais ou menos) bem a língua portuguesa? Não basta ser general, ou ter um diploma da Universidade Agostinho Neto, para saber quando deve dizer “houver” e não “haver”, ou “cesta básica” e não “sexta básica”… Estabelecer as premissas para inserção…

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Em português nos (des)entendem(os)

Angola defende a inclusão da linguística bantu no Acordo Ortográfico promovido por uma “coisa” chamada Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), argumentando que o actual projecto “carece de conciliação com alguns aspectos”. Numa mensagem alusiva ao Dia da Língua Portuguesa e da Cultura da CPLP, o Ministério da Educação angolano adianta que pretende ver reflectido no acordo os vários aspectos “para que a realidade da linguística portuguesa de Angola possa ser retratada nas gramáticas contemporâneas”. “Certamente, a comunidade irá atender a esta necessidade do desenvolvimento linguístico de Angola, pois…

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Cegos de língua portuguesa criam União

Cegos de língua portuguesa criam União - Folha 8

As pessoas com deficiência visual dos países de língua oficial portuguesa vão passar a falar a uma só voz com a constituição da União de Cegos de Língua Portuguesa (UCLP), cuja formalização está marcada para a próxima segunda-feira. E m declarações à agência Lusa, a presidente da Associação dos Cegos e Ambliopes de Portugal (ACAPO) lembrou que esta é uma ambição antiga da organização portuguesa e explicou que vai consistir na criação de uma organização internacional que reúna todas as associações de pessoas com deficiência visual dos países de língua…

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Bancos angolanos obrigados a ter “call center” em português

Os bancos que operam em Angola vão passar a ter de disponibilizar centros de atendimento telefónico aos clientes, em português e 24 horas por dia, para poderem continuar a emitir cartões de pagamento a partir de Janeiro. O anúncio foi feito hoje, em Luanda, pelo governador do Banco Nacional de Angola (BNA), com José de Lima Massano a recordar que das cerca de 2.000 reclamações recebidas no primeiro semestre de 2014, “trinta por cento estavam associadas à emissão e uso de cartões electrónicos de pagamento”. Dessa constatação, disse ainda, “resultou a instrução aos…

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