“Portugal deve tomar posição sobre a violação dos direitos humanos em Angola”

“Portugal deve tomar posição sobre a violação dos direitos humanos em Angola”

A Amnistia Internacional (AI), num rasgo do mais fino e hilariante humor, insta autoridades portuguesas a manifestarem-se sobre abusos sistemáticos de Luanda à liberdade de expressão e manifestação. A investigação da AI é divulgada pouco antes da tomada de posse de Angola como membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU. [dropcap]P[/dropcap]ortugal deve tomar posição sobre os abusos sistemáticos de Angola à liberdade de expressão e manifestação. É o que defende a Amnistia Internacional, que apontou esse abusos num relatório que foi divulgado hoje, quarta-feira. “O mandato do Conselho…

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Uma nova perspectiva para Angola

Uma nova perspectiva para Angola - Folha 8

Angola celebra o trigésimo nono aniversário da sua independência. A efeméride presta-se a uma reflexão: uma breve retrospectiva crítica, à guisa de avaliação, com vista à emergência duma nova perspectiva. Por Francisco Luemba [dropcap]A[/dropcap]independência é, em última análise, o resultado de 13 anos de luta armada de libertação nacional (1961/1974). Como consequência dessa luta e da resistência de outros povos africanos então sob administração portuguesa, a 25 de Abril de 1974, um golpe militar derrubou o regime colonialista de Marcello Caetano (herdeiro de António de Oliveira Salazar que, por motivo…

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Angola fora da corrida à organização do CAN2015

Angola fora da corrida à organização do CAN2015 - Folha 8

A Federação Angolana de Futebol (FAF) desmentiu hoje qualquer intenção de organizar a fase final da Taça das Nações Africanas (CAN) de futebol em 2015, substituindo Marrocos, desde logo por questões de restrição financeira. [dropcap]C[/dropcap]itando fonte da Confederação Africana de Futebol (CAF), que pediu anonimato, a AFP escreve hoje que “três países, no máximo, poderão estar na corrida, entre eles Angola e Gabão”, à organização da prova de 2015. “Qualquer decisão nesta matéria seria política e do ponto de vista financeiro, como foi anunciado pelo Presidente da República, o país…

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Ministro da Saúde afasta existência de “legionella”

Ministro da Saúde afasta existência de "legionella" - Folha 8

O ministro da Saúde de Angola, José Van-Dúnem, descartou hoje em Luanda a existência de casos de ‘legionella’ no país, um surto que já matou cinco pessoas e infectou quase 300 em Portugal. [dropcap]S[/dropcap]egundo o governante, o sistema de vigilância epidemiológica angolano não acusou nenhum caso de ‘legionella’, conforme anunciaram na terça-feira as autoridades portuguesas, na sequência do surto em Vila Franca de Xira, referindo-se a um doente internado em Luanda. “Sendo a ‘legionella’ uma doença que afecta a capacidade respiratória não é esperado que uma pessoa com ‘legionella’ fique…

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Angola, 39 anos depois, que independência?

Angola, 39 anos depois, que independência? - Folha 8

Angola celebra, hoje, 11 de Novembro, pelo Dia Nacional, o 39º aniversário da sua independência, proclamada em 1975, após 14 anos de luta armada contra o colonialismo português. Por Eugénio Costa Almeida (*) [dropcap]F[/dropcap]oram, têm sido, 53 anos de duras lutas pela libertação total do domínio estrangeiro, do domínio político daqueles que acham o país, uma coutada pessoal, ou da menoridade de uma parte substancial da nossa população. Como Roma e Pavia não se fizeram num dia, também Angola – e nós – não podemos almejar que tudo sejam rosas…

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Produção petrolífera em baixa, propaganda em alta

Produção petrolífera em baixa, propaganda em alta - Folha 8

A produção de petróleo em Angola não deve ficar muito acima dos 1,8 milhões de barris por dia no próximo ano, sendo por isso “difícil de perceber” (a não ser à luz da propaganda) a previsão de 10,7% de crescimento para este sector, escreve a revista The Economist. [dropcap]O[/dropcap]s peritos da unidade de análise económica (Economist Intelligence Unit) da revista britânica lembram que em Setembro a Agência Internacional da Energia previu que Angola iria tornar-se o maior produtor de petróleo na África subsaariana em 2016, “ultrapassando a Nigéria por causa…

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Falar de crescimento de 9,7% é vender gato por candimba

Falar de crescimento de 9,7% é vender gato por candimba

O badalado crescimento de 9,7% para o próximo ano em Angola, previsto no Orçamento Geral do Estado, “serve mais para promover a imagem externa e atrair investimento externo” do que para descrever a realidade, considera a Economist Intelligence Unit (EIU). [dropcap]A[/dropcap]propósito do OGE para o próximo ano, os peritos da unidade de análise económica da revista britânica The Economist consideram que “Angola gosta de promover a sua imagem no exterior para atrair investimentos internacionais, e habituou-se a ser associada globalmente como uma das economias de África que mais cresce”, por…

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Alguma vez o Governo cumpriu o OGE?

Alguma vez o Governo cumpriu o OGE? - Folha 8

O Orçamento Geral do Estado de Angola para 2015 aumenta a despesa em programas sociais e corta na Administração Pública e na defesa e ordem pública, reflectindo prioridades acertadas mas de difícil concretização, considera a Economist. Ou seja, tudo vai continuar na mesma. Bons diagnóstico, péssima medicação. [dropcap]N[/dropcap]um comentário aos números já conhecidos do Orçamento Geral do Estado (OGE) para o próximo ano, os peritos da unidade de análise económica (Economist Intelligence Unit – EIU) da revista britânica The Economist explicam que “o orçamento para 2015 reflecte algumas mudanças às…

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Sem capacidade para dar luz a quem precisa

Sem capacidade para dar luz a quem precisa - Folha 8

Angola precisa de mais do que duplicar a capacidade de produção de electricidade instalada no país, para cerca de 5.000 MegaWatts (MW), para responder a um crescimento de 12% ao ano no consumo, segundo o Governo. [dropcap]O[/dropcap]s números foram transmitidos pelo ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, em declarações à agência Lusa, admitindo que a actual potência instalada, de 2.162 MW, não é suficiente para responder aos pedidos actuais. “E estes números não incluem fontes térmicas privadas (geradores) que as pessoas usam para garantir o fornecimento próprio, porque…

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Dipanda. Melhor seria missão (im)possível

Dipanda. Melhor seria missão (im)possível - Folha 8

O Presidente de Angola, há 35 anos no poder sem nunca ter sido nominalmente eleito, José Eduardo dos Santos, defende com toda a propriedade e legitimidade que se lhe reconhece, que “não pode ser tolerado o ressurgimento dos golpes de estado em África”. Por Orlando Castro [dropcap]T[/dropcap]em toda a razão. Aliás, a democraticidade do seu regime e a legitimidade do seu mandato são prova disso. Como bem estabelecem os donos do mundo, há ditadores bons e maus. Daí que só os maus devam ser derrubados. Não é, obviamente, o caso…

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