Máfia da madeira. E de quem é a culpa?

Segundo o governador da província do Cuando Cubango, Júlio Bessa, há uma máfia na exploração da madeira, que envolve cidadãos nacionais e de origem asiática. É algo de novo? Não. E o que faz o Governo? Para não variar, olha para o lado e diz que está a preparar um regulamento, e assobia para embalar os matumbos. “De facto está instalada uma máfia na madeira, que está muito ramificada e que passa por nós angolanos e vai terminar em pessoas oriundas da Ásia e não se sente aqui uma vontade…

Leia mais

Enquanto o Governo pensa que pensa, a madeira zarpa

Angola está a elaborar um novo regulamento para a exploração de madeira no país, medida que visa pôr – como já dizia… Eduardo dos Santos – termo à “anarquia” reinante, processo que, porém, “ainda vai demorar”, disse hoje fonte oficial em Luanda. Em declarações à Lusa, o director nacional do Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF) do Ministério da Agricultura e Florestas de Angola, Simão Zau, explicou que a ideia é, paralelamente, combater a fraude e a corrupção num sector que está desregulado. “O novo regulamento define algumas situações novas. Actualmente,…

Leia mais

Governo tenta pôr ordem
na exploração de madeira

O secretário de Estado para os Recursos Florestais angolano, André Moda, atribuiu hoje responsabilidade a cidadãos nacionais pela exploração desmedida de madeira por estrangeiros, maioritariamente chineses, aliada ao número insignificante de fiscais para o efeito. André Moda falava hoje em conferência de imprensa sobre a situação da exploração da madeira em Angola, alvo nos últimos tempos de várias denúncias públicas relativamente a quantidade desse recurso, alegadamente explorado por cidadãos chineses, sobretudo no leste de Angola. “Infelizmente, estamos a gerir situações como este comportamento de fazer uso ilegal, mesmo a presença…

Leia mais

Floresta da Costa do Marfim foi à vida!

Floresta da Costa do Marfim foi à vida!

Mais de três quartos da floresta da Costa do Marfim desapareceram nos últimos 50 anos, devido à agricultura extensiva e à urbanização, diz o primeiro-ministro do país, Daniel Kablan Duncan. Afloresta costa-marfinense conheceu uma “degradação contínua”, passando de “16,5 milhões de hectares na independência”, em 1960, para “dois milhões hoje”, o que representa “menos de 13% do território”, quando chegou a ser “78%”, afirmou Daniel Kablan Duncan durante uma cerimónia pública. A desflorestação e a prática de uma “agricultura extensiva e urbanização acelerada” contribuíram em muito para esta “degradação”, deplorou…

Leia mais