Afinal quem é o estrangeiro?

O João Melo é um cómico fracassado, muitas vezes demasiado macabro e subserviente aos dogmas de um partido, que variam como o estado do tempo ou as modas do oportunismo que facilita o parasitismo. Ele diz que “há momentos na vida das nações em que o posicionamento individual de cada um, mais do que político e/ou partidário, deve ser ético e moral”. Por Domingos Kambunji Nós, que não temos filiação política e/ou partidária nem disciplina para a militância subserviente, acreditamos que a ética e a moral devem estar presentes em…

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