A Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) e as Edições Esgotadas lançaram o Prémio Literário Eduardo Costley-White, que vai distinguir escritores emergentes dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP). [dropcap]E[/dropcap] scritores oriundos de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné e São Tomé e Príncipe poderão concorrer, através do ‘site’ da FLAD, até ao dia 15 de Abril deste ano. O prémio garante a primeira edição da obra premiada, através das Edições Esgotadas, e recebe o nome de Eduardo Costley-White, um escritor moçambicano que faleceu, aos 50 anos, em 2014. “A…
Leia maisCategoria: Cultura
“História de Angola. Da Pré-História ao Início do Século XXI”
A Mercado de Letras Editores apresenta no próximo dia 4 de Fevereiro a sua mais recente obra – História de Angola. Da Pré-História ao Início do Século XXI, da autoria de Alberto Oliveira Pinto, com prefácio de Elikia M´Bokolo, posfácio de Adriano Mixinge e as recensões de Elizabeth Ceita Vera Cruz, Tânia Macêdo e Ana Mafalda Leite. [dropcap]C[/dropcap] omemorando os 55 anos do 4 de Fevereiro de 1961, data histórica na afirmação do nacionalismo angolano, a apresentação pública da obra terá lugar no próximo dia 4 de Fevereiro de 2016,…
Leia mais“Palácio de Ferro” reabre portas aos diamantes
O emblemático “Palácio de Ferro”, construído em 1890 na baixa de Luanda (crê-se que tenha sido resultado da visão do MPLA), reabre ao público este sábado, após obras de requalificação que decorreram durante dois anos para o transformar no Museu do Diamante de Angola. [dropcap]A[/dropcap] história do edifício, possivelmente da autoria de Gustave Eiffel, está envolta em mistério, já que não existem registos da sua origem. Acredita-se que a estrutura em ferro forjado tenha sido construída na década de 1880 ou 90 em França, como pavilhão para uma exposição, e…
Leia maisEscritores lusófonos encontram-se na Praia
José Luís Peixoto (Portugal), Germano de Almeida (Cabo Verde) e Luandino Vieira (Angola) são alguns dos participantes da sexta edição do Encontro de Escritores de Língua Portuguesa, que decorre em Fevereiro na capital cabo-verdiana. [dropcap]O[/dropcap] encontro, promovido pela União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) em parceria com a Câmara Municipal da Praia, visa “contribuir para o diálogo e enriquecimento recíproco entre escritores dos diferentes continentes”, adianta a organização em comunicado. No encontro participam escritores de todos os países de língua portuguesa e da região administrativa especial de Macau.…
Leia mais(Des)acordo ortográfico
O Acordo Ortográfico não foi “autorizado a nenhum nível governamental” em Angola, mas Marisa Guião de Mendonça, directora-executiva do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), assinala que o país “está muito cooperante na criação do Vocabulário Ortográfico Comum”. [dropcap]E[/dropcap] m entrevista à agência Lusa, Marisa Mendonça afirmou que “o Acordo não foi ainda autorizado a nenhum nível governamental pelo Estado angolano”, o que se deverá ao facto de “Angola estar a pedir uma rectificação do Acordo”, ou seja, a inclusão de alterações. Para Angola, “o Acordo tem lacunas e é…
Leia maisCultura procura-se… 40 anos depois
O escritor angolano José Eduardo Agualusa considerou que, passados 40 anos da independência de Angola, a educação e a cultura continuam a ter pouco investimento, levando a uma baixa produção cultural, afectada ainda pela falta de liberdade de expressão. [dropcap] “O[/dropcap] maior apoio (para os escritores) são os seus leitores, mas para haver leitores é preciso haver, em primeiro lugar, uma aposta na educação básica, na formação, na alfabetização, na formação de leitores. Depois é preciso investir na criação de redes de bibliotecas públicas, na criação de livrarias, no apoio…
Leia mais“Mulheres de Cinza”
O escritor moçambicano Mia Couto lançou em Maputo o romance “Mulheres de Cinza”, o primeiro volume da trilogia “As Areias do Imperador”, e que aborda o império de Gaza e Gungunhana para falar de um país ainda em construção. [dropcap] “O[/dropcap] passado é só um pretexto, estou a falar do presente, estamos a inventar um tempo nosso, uma nação, em que todos têm cabimento”, explicou o escritor à margem do lançamento da obra e também do seu novo livro de poemas “Vagas e Lumes”, na fundação que tem o nome…
Leia maisGestão participativa na histórica Mbanza Congo
O Governo criou um comité para assegurar a gestão participativa do centro histórico de Mbanza Congo, classificado como património histórico-cultural do país e candidato a património mundial da UNESCO, para promover o seu desenvolvimento sustentável. [dropcap]A[/dropcap] decisão consta de um decreto assinado pelo Presidente José Eduardo dos Santos, de 28 de Setembro, prevendo ainda a implementação de um plano de gestão e de conservação daquela área histórica no norte de Angola. “Assegurando as matérias respeitantes aos domínios socioeconómico, cultural, turístico e ambiental da comunidade de Mbanza Congo, através do envolvimento…
Leia maisRequiem pela “Livraria LELLO”
A famosa e histórica livraria Lello, da baixa de Luanda, vendeu ao desbarato os últimos livros que restavam antes de encerrar definitivamente. [dropcap]S[/dropcap] egundo os funcionários, o espaço ou edifício, ou parte dele, foi vendido. A livraria acabou. Os funcionários vão para casa. Não sabemos se os funcionários dessa livraria histórica se vão embora com ou sem indemnização. O certo é que, no quadro dos novos hábitos “que estamos com eles”, mais um espaço de cultura cedeu ao poder dos dólares e foi destruído. Nesta imponente empreitada de demolição do…
Leia maisDar vida aos (antigos) cinemas
Especialistas angolanos em arte e arquitectura defendem a preservação dos mais de 70 espaços culturais, na sua maioria cinemas, edifícios do património moderno existentes em Angola, readaptando-os aos novos tempos. [dropcap]O[/dropcap] tema é abordado no livro “Angola Cinemas – Uma ficção da Liberdade”, editada este ano e que coloca em cima da mesa a necessidade da preservação do património arquitectónico angolano, construído no tempo colonial. Para Miguel Hurst, editor da obra, reabilitar os espaços apenas para cinemas não seria a melhor aposta, mas antes mantendo o traço arquitectónico e transformando-os…
Leia mais