A agência de notação financeira Standard & Poor’s (S&P) manteve o ‘rating’ de Angola em B-, abaixo da recomendação de investimento, e também a previsão de evolução estável da qualidade do crédito neste país. s analistas consideram que “as finanças públicas continuam a correr o risco de ficar aquém das metas, com um aumento das despesas com subsídios aos combustíveis em 2026 e despesas elevadas previstas nas vésperas das eleições de 2027”. Neste cenário, confirmaram os ‘ratings’ B- e B para Angola e mantiveram a perspectiva estável, lê-se no comunicado…
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PRODUZIR PETRÓLEO E IMPORTAR GASOLINA
O ministro de Recursos Minerais, Petróleo e Gás angolano disse hoje que há falta de combustível no país e a Sonangol, petrolífera estatal (do MPLA), tem dificuldades financeiras para o abastecimento. ra então… “Estamos com uma situação preocupante de combustível no país”, disse Diamantino Azevedo, citado pela Rádio Nacional de Angola, quando falava no Fórum das Mulheres no Sector de Oil & Gás, realizado hoje na capital angolana, Luanda. O governante angolano frisou que “hoje o país está todo preocupado com a situação do combustível no país”. “Estamos com uma…
Leia maisPRESSÃO INFLACIONÁRIA NÃO ATINGE ANGOLA
A consultora Oxford Economics considerou hoje que o abrandamento da inflação homóloga para 10,1%, em Junho, mostra que Angola “manteve-se protegida do impacto inflacionário” da guerra no Médio Oriente. abrandamento na subida dos preços em Junho “confirma que Angola se manteve, em grande medida, protegida do impacto inflacionista da guerra entre os EUA e Israel contra o Irão no primeiro semestre de 2026”, escrevem os analistas num comentário à evolução dos preços em Angola, que desceram em Junho pelo 23.º mês consecutivo. As dificuldades em garantir a circulação no estreito…
Leia maisDIVISAS “INUNDAM” MERCADO CAMBIAL
Analistas do Banco Millennium Atlântico destacaram o aumento da oferta de divisas no mercado angolano, de mais de 23% até Maio face ao período homólogo, contribuindo para estabilizar o mercado cambial. oferta de divisas totalizou 5,7 mil milhões de dólares (cinco mil milhões de euros) até Maio de 2026, representando um incremento de 23,43% face ao período homólogo, indica uma nota de análise do Banco Millennium Atlântico (BMA). Segundo os analistas, o mercado cambial angolano tem vivenciado, ao longo de 2026, “um período de crescimento relevante na oferta de divisas”,…
Leia maisMPLA CHUMBA DEBATE SOBRE IMPACTO DOS COMBUSTÍVEIS NO OGE
O parlamento do MPLA (Angola) rejeitou hoje o debate de urgência sobre o impacto do aumento do preço do petróleo no Orçamento Geral do Estado de 2026 e na vida das famílias angolanas, bem como a escassez de combustíveis no país, proposto pela UNITA. grupo parlamentar da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA, maior partido da oposição que, a muito custo, o MPLA ainda permite), requereu à Assembleia Nacional um debate com “carácter de urgência” sobre o impacto do aumento do preço do barril do petróleo no…
Leia maisALTERNATIVA AO PETRÓLEO? O PETRÓLEO, É CLARO!
O Governo angolano (do MPLA há 50 anos) aprovou hoje incentivos fiscais adicionais para quatro blocos petrolíferos, invocando complexidade operacional e elevados riscos geológicos, para atrair investimento nas respectivas áreas de concessão. s propostas, que visam autorizar o Presidente do MPLA (e de Angola), enquanto Titular do Poder Executivo, a legislar sobre a atribuição de incentivos fiscais adicionais aplicáveis às áreas de concessão dos Blocos 33/24 (Chevron), 17/25 (TotalEnergies), 32/21 (TotalEnergies) e 19 (BP), bem como os respectivos Decretos Legislativos Presidenciais, foram aprovadas em sessão extraordinária do Conselho de Ministros,…
Leia maisTIRANDO O QUE FALTA… NADA FALTA!
O ex-ministro da Economia português António Costa Silva, nascido na Catabola (Angola) defendeu hoje que o país tem de pensar no pós-petróleo e apostar na electricidade como nova fonte de divisas, alertando para a retracção de 8% da produção petrolífera em 2025. osta Silva falava hoje à Lusa, em Luanda, à margem da apresentação do estudo “Banca em Análise”, da Deloitte, sublinhando que, apesar de o petróleo “não ser culpado do que acontece” em Angola, o sector cria “economias rentistas” que importa superar. O académico elogiou os investimentos feitos no…
Leia maisOXFORD PREVÊ CRESCIMENTO DE 4% ESTE ANO
A consultora Oxford Economics considerou hoje que Angola deverá crescer pelo menos 4% este ano, depois de ter registado um crescimento de 5,3% no primeiro trimestre, impulsionado pelo forte crescimento do sector não petrolífero. “crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre é significativamente maior que a nossa estimativa de 3,7%; o impressionante crescimento do setor não petrolífero é um desenvolvimento bem-vindo, já que demonstra resiliência num contexto de volatilidade no setor petrolífero”, escrevem os analistas do departamento africano da consultora britânica. No comentário aos dados do crescimento…
Leia maisPIB CRESCEU 5,32% NO PRIMEIRO TRIMESTRE
O Produto Interno Bruto (PIB) angolano cresceu 5,32% no primeiro trimestre deste ano, comparativamente ao período homólogo de 2025, sustentado pelo sector não petrolífero, com uma taxa de 6,22%, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE). e acordo com a Folha de Informação Rápida de Maio, com as Contas Nacionais Trimestrais dos primeiros três meses deste ano, o PIB registou igualmente um crescimento de 1,37% relativamente ao quarto trimestre de 2025. No período em referência, o sector petrolífero registou uma contração homóloga de 0,21%, tendência que se verifica pelo…
Leia maisQUEDA NO CRESCIMENTO SEMPRE COM OS MESMOS A PAGAR A FACTURA
O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a economia angolana abrande para 2,3% este ano, depois de ter crescido 3,1% em 2025, num contexto de queda estrutural das receitas petrolíferas. egundo o relatório anual da instituição sobre Angola, as perspectivas de médio prazo continuam modestas, reflectindo uma “queda estrutural das receitas petrolíferas”, e o crescimento económico dependerá do “sucesso dos esforços de diversificação”. O FMI assinalou que a economia cresceu 3,1% em 2025, apoiada em parte pela despesa pública, apesar de uma queda “significativa da produção petrolífera, que enfraqueceu as…
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