O site da Presidência angolana acaba de publicar informações afirmando que o presidente cessante, João Lourenço, conversou por telefone com o também presidente cessante Emmanuel Macron. A pergunta que se impõe é: quem se beneficia desta cooperação? Por Osvaldo Franque Buela (*) recente diálogo entre João Lourenço e Emmanuel Macron segue a velha tradição diplomática que brilha nos salões do Eliseu, ou por via telefone, mas que se apaga antes de chegar aos musseques de Luanda ou às terras de Cabinda, onde o petróleo flui dia e noite sem qualquer…
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OBRIGADO PRESIDENTE JOÃO LOURENÇO PELA FORÇA QUE NOS DEU!
Após dois mandatos como Presidente do governo angolano, marcados por promessas e projectos económicos, sociais e culturais maioritariamente não concretizados, seria ingrato não lhe prestar uma merecida homenagem. Decidimos, portanto, enviar-lhe esta mensagem através deste Jornal, que há muitos anos dá voz aos que não têm voz e que você, João Lourenço, claramente despreza pela sua linha editorial. Cito, o Folha 8. Osvaldo Franque Buela (*) enhor Presidente João Lourenço, Em primeiro lugar, agradeço-lhe pelo Status Quo. No crepúsculo do que se supunha ser a era da “Regeneração”, pareceu-me apropriado…
Leia maisSUBLIMINAR AJUDA PAPAL AOS DIREITOS HUMANOS
Posso assumir livremente e interpretar a viagem do Papa Leão XIV ou a diplomacia da Santa Sé por este eixo — Argélia, Guiné Equatorial, Camarões e Angola — que foi um exercício de alta sensibilidade política. Embora o Vaticano evite o termo “digressão pelas ditaduras”, a escolha destes destinos e as mensagens proferidas sugerem uma estratégia de “soft power” focada em abrir brechas em regimes fechados. Por Osvaldo Franque Buela (*) este exercício, a que denomino “A Diplomacia do “Cavalo de Tróia””, nota-se claramente que o Papa raramente visita um…
Leia maisEM QUALQUER PARTE DO MUNDO
O livro “Eu e a UNITA” está já à venda nas grandes plataformas digitais, disponível em todos os continentes, na versão EPUB (digital), tornando-se, assim, mais fácil ser adquirido. No sentido de testemunhar este trabalho do nosso director adjunto, Orlando Castro, apresentamos quatro testemunhos de quem já o leu: Paulo de Morais, Malundo Kudiqueba, Osvaldo Franque Buela e Eugénio Costa Almeida. PAULO DE MORAIS aixão e Desilusão são os matizes que dominam esta obra imperdível para quem quer conhecer a Angola contemporânea. Ao longo de cada frase do livro respira-se…
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