É verdade que as couves devem ser plantadas
com a raiz para baixo?

O Governo angolano (diz que) lamenta a falta de projectos realistas na cadeia produtiva, razão pela qual tenta (é o que faz há mais de 40 anos) justificar a crónica carência de produtos da cesta básica, o exponencial aumento da fome e o crescente número de angolanos pobres, 20 milhões antes da pandemia da Covid-19. Por Orlando Castro (*) Nem mesmo o Programa de Apoio ao Crédito (PAC), criado em cima do joelho e de forma apressada para dinamizar a produção interna e abrir caminhos para as exportações, está a…

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País sério procura-se!

Angola desembolsou cerca de 1,5 mil milhões de dólares (1,3 mil milhões de euros) em 2016 e 2017, para importação de bens da cesta básica, montante que não inclui custos de transporte e seguros. Por outro lado, o peso da dívida pública de Angola face ao Produto Interno Bruto (PIB) mais do que duplicou nos últimos quatro anos, passando de 39%, em 2014, para 84%, em 2018. Conclusão: país sério procura-se! Relativamente à importação de bens da cesta básica, o valor foi hoje avançado pelo ministro de Estado do Desenvolvimento…

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Crise por incúria do regime

Crise por incúria do regime - Folha 8

As empresas importadoras que operam em Angola vão ter de se candidatar até ao próximo dia 15 a quotas de importação de mais de duas dezenas de produtos, segundo decisão comunicada pelo Ministério da Comércio. D e acordo com um aviso daquele ministério, datado de 29 de Janeiro, o Programa Executivo de Quotas de Importação cancelou o licenciamento regular de importações de um total de 27 produtos. (No caso português, alguns destes produtos podem representar uma quebra das exportações para Angola de mais de 70%.) Em termos dos produtos da…

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