JLo exonera e (diz que) vai…

Angola vai apertar as regras ambientais de abandono de poços petrolíferos, no âmbito da nova legislação aprovada por decreto pelo Presidente angolano e que entrou em vigor este mês. Vai, diz João Lourenço. Aliás, em matéria de promessas, o governo vai fazer tudo o que deveria ter feito ao longo das últimas quatro décadas. Vai, Vai. Vai. [dropcap]A[/dropcap]s novas regras, mais rígidas, são justificadas no documento tendo em conta que a actividade de abandono de poços e instalações de petróleo em gás, em terra e no mar, “requer ajustes nos…

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As (supostas) preocupações de bispos (ditos) católicos

Os bispos católicos angolanos defenderam hoje, em Luanda, que os procedimentos e regras do registo eleitoral, em curso em Angola, devem incutir, em todos, “confiança para que não se parta para as eleições com suspeições”. [dropcap]E[/dropcap]ntão há esse risco? Pois. A fazer fé nas eleições anteriores e nos indícios das que estão marcadas para 2017, nomeadamente com a CNE atirada para canto e o Governo a pôr e dispor, a confiança num processo transparente já parece mais uma miragem. A posição dos bispos foi expressa pelo presidente da Conferência Episcopal…

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Mais uma (bem merecida) medalha para o regime

Angola é o país lusófono – e um dos oito países africanos – com maior taxa de mortalidade associada à poluição atmosférica, com 50 pessoas em cada 100 mil a morrerem devido à exposição a ar exterior de má qualidade. [dropcap]O[/dropcap]s dados constam do relatório “Poluição do ar ambiente: Uma avaliação Global da Exposição e do peso da doença”, hoje divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e que conclui que três milhões de pessoas morrem todos os anos por causas associadas à poluição do ar exterior e que 92%…

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Febre-amarela? Sim, continua por cá

Em Angola já não se registavam novos casos de febre-amarela desde 23 de Junho deste ano, segundo revelou no início deste mês a Organização Mundial da Saúde (OMS). No entanto, hoje a OMS volta a anunciar que a epidemia, que já afectou pelo menos 4.100 pessoas, afinal ainda anda por aí. [dropcap]A[/dropcap] febre-amarela, como outras doenças, continua a mostrar que as autoridades responsáveis têm sérias dificuldades em lidar como problema, sobretudo porque o combate implica um enorme esforço financeiro para os cofres do Estado, não parecendo que as prioridades nos…

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