E os “maus” deram nozes a quem não tinha dentes

O Presidente angolano apelou à produção de algodão no país, considerando que a sua comercialização está garantida com o funcionamento das três fábricas têxteis existentes no país. João Lourenço falava à imprensa no final da visita que fez à fábrica têxtil Textang II, no município do Cazenga, província de Luanda. E que tal o MPLA ver como os “maus” faziam há mais de… 47 anos? “Alimentar indústrias (alimentar e têxtil) desta dimensão a contar apenas com a importação não é correcto, daí o facto de as próprias empresas que ganharam…

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Que tal o MPLA ver como os “maus” faziam há… 46 anos?

Angola participa de 7 a 11 deste mês, na Suíça, nas celebrações do Dia Mundial do Algodão e do Fórum Público da Organização Mundial do Comércio (OMC), que decorrerá sob o lema “Comércio para o Futuro: Adaptando-se a um Mundo em Mudança”. Em 1973 as principais exportações de Angola eram o petróleo (30%), café (27%), diamantes (10%), minérios de ferro (6%), algodão (3%) e sisal (2%). A delegação angolana, que será chefiada pelo do ministro do Comércio, Joffre Van-Dúnem Júnior, participará na Sessão Plenária de Alto Nível da celebração do…

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Algodão de dor e sangue

O MPLA defendeu hoje que a aposta no regresso ao cultivo do algodão representa igualmente uma homenagem às vítimas do massacre de milhares de camponeses da Baixa de Cassange, Angola, a 4 de Janeiro de 1961. Por Orlando Castro Aposição surge numa nota sobre o dia dos Mártires da Repressão Colonial, que se assinala hoje, recordando o denominado “Massacre da Baixa Cassange”, que então se “saldou entre 5.000 e 10.000 mortes” entre camponeses angolanos. A revolta da Baixa do Cassange. Assinala-se hoje, em Angola, este trágico acontecimento que ocorreu (até…

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