Com corrupção não há paz

“Se há corrupção, se há desvios, naturalmente não podemos ter paz autêntica”, afirma Ximenes Belo que, faz amanhã 20 anos, recebeu o Prémio Nobel da Paz conjuntamente com José Ramos-Horta. Embora se estivesse a referir a Timor-Leste, a afirmação aplica-se a qualquer país, desde logo a Angola que é um paradigma mundial da corrupção. Por Orlando Castro Essa peregrina ideia de querer pôr, em Angola, os corruptos a – supostamente – lutar contra a corrupção é digna dos bons alunos do regime angolano que, aliás, aprenderam com os exímios professores…

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