FOLHA 8 ACEITA O REPTO. MAIS ALGUÉM ALINHA?

A jornalista filipina Maria Ressa, co-vencedora do prémio Nobel da Paz deste ano, defendeu hoje que os meios de comunicação social no mundo deveriam unir forças na “luta pelos factos”, em vez de competirem entre si. Corrobore-se que o apelo também inclui os jornalistas (e respectivos órgãos) angolanos. Para que conste. “A era da competição pelas notícias está morta”, disse Maria Ressa numa conferência de imprensa em Oslo, onde vai receber o prémio Nobel da Paz na sexta-feira, conjuntamente com o jornalista russo Dmitri Muratov. “Penso que este é um…

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Obrigado Sindicato dos Jornalistas (de Portugal)!

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) de Portugal felicitou os jornalistas Maria Ressa e Dmitri Muratov pelo prémio Nobel da Paz, que considera um justo reconhecimento da coragem que ambos demonstraram na luta pela Liberdade de Imprensa, ao exercer a profissão num contexto adverso, de pressões e ameaças à própria vida, mas também o reconhecimento da importância do Jornalismo na nossa sociedade. Os dois jornalistas foram distinguidos “pela corajosa luta pela liberdade de expressão nas Filipinas e na Rússia. Ao mesmo tempo, são representantes de todos os jornalistas que defendem este…

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Jornalistas ganham Nobel da Paz

O Comité Norueguês do Nobel laureou os Jornalistas Maria Ressa e Dmitry Muratov “pelos seus esforços para salvaguardar a liberdade de expressão, que é uma condição prévia para a democracia e uma paz duradoura”. Essa de a liberdade de expressão ser uma condição prévia para a democracia… não se aplica, obviamente, a Angola, ao MPLA, organização que só está no Poder há 46 anos e para quem Jornalista bom é Jornalista morto. São excepção os “fazedores de propaganda” (a quem chamam jornalistas) formados, formatados e castrados pelo regime. Maria Ressa…

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A (in)justiça do Nobel…

O novo Nobel da Paz, o primeiro-ministro etíope, Abiy Ahmed Ali, é um dos símbolos da nova Etiópia, que quebrou tradição de gestão autoritária e sectária, reforçando a abertura política e económica do único país africano que nunca foi colónia europeia. Há ano e meio, quando tomou posse, Abiy Ahmed Ali começou a governar um país dilacerado pelas divisões étnicas e políticas, algo que tentou ultrapassar logo de imediato com a nomeação de líderes da oposição para funções principais do Estado. De acordo com o comunicado divulgado pelo júri do…

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