MPLA: De proletários a proprietários vorazes

MPLA: De proletários a proprietários vorazes - Folha 8

Remember 2014, a nossa pobreza e a corrupção deles (II) No dia 11 de Novembro de 1975, data proposta por Álvaro Holden Roberto, então presidente da FNLA, durante os Acordos do Alvor (Portugal), como data para a proclamação da Independência, o MPLA – que tudo fez para evitar a realização das eleições gerais, naquela altura, proclamou o novo ente jurídico internacional, como República Popular de Angola, de orientação socialista. Por William Tonet (*) [dropcap]Q[/dropcap] uem reivindicasse a ideologia seguida, mesmo intramuros, tinha uma séria resposta de Agostinho Neto: fuzilamento, sem…

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Uma nova perspectiva para Angola

Uma nova perspectiva para Angola - Folha 8

Angola celebra o trigésimo nono aniversário da sua independência. A efeméride presta-se a uma reflexão: uma breve retrospectiva crítica, à guisa de avaliação, com vista à emergência duma nova perspectiva. Por Francisco Luemba [dropcap]A[/dropcap]independência é, em última análise, o resultado de 13 anos de luta armada de libertação nacional (1961/1974). Como consequência dessa luta e da resistência de outros povos africanos então sob administração portuguesa, a 25 de Abril de 1974, um golpe militar derrubou o regime colonialista de Marcello Caetano (herdeiro de António de Oliveira Salazar que, por motivo…

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Declaração da UNITA sobre o 11 de Novembro

Declaração da UNITA sobre o 11 de Novembro - Folha 8

“O Comité Permanente da Comissão Política da UNITA saúda o povo angolano de Cabinda ao Cunene e do Lobito ao Luau pela comemoração do 39º aniversário da Independência nominal de Angola. [dropcap]O[/dropcap] 11 de Novembro de 1975 constitui um marco histórico no longo processo de luta dos povos de Angola para a sua afirmação representando, desta forma, o culminar dos esforços multifacetados para inserção de Angola no contexto das nações soberanas. Os angolanos que tomaram parte na epopeia que conduziu o país ao 11 de Novembro de 1975, filiados na…

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Angola, 39 anos depois, que independência?

Angola, 39 anos depois, que independência? - Folha 8

Angola celebra, hoje, 11 de Novembro, pelo Dia Nacional, o 39º aniversário da sua independência, proclamada em 1975, após 14 anos de luta armada contra o colonialismo português. Por Eugénio Costa Almeida (*) [dropcap]F[/dropcap]oram, têm sido, 53 anos de duras lutas pela libertação total do domínio estrangeiro, do domínio político daqueles que acham o país, uma coutada pessoal, ou da menoridade de uma parte substancial da nossa população. Como Roma e Pavia não se fizeram num dia, também Angola – e nós – não podemos almejar que tudo sejam rosas…

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Cavaco felicita, como não poderia deixar de ser, o amigo Eduardo dos Santos

Cavaco felicita, como não poderia deixar de ser, o amigo Eduardo dos Santos

O Presidente da República de Portugal, velho amigo de José Eduardo dos Santos, felicitou hoje o seu homólogo angolano pelo Dia Nacional de Angola, sublinhando a necessidade de Portugal e Angola continuarem a fazer uso da “confiança e respeito mútuos” para desenvolverem relações mais estreitas. [dropcap]N[/dropcap]uma mensagem divulgada no site da Presidência da República, o chefe de Estado português, Aníbal Cavaco Silva, endereça “calorosas felicitações” e os “mais sinceros votos de prosperidade para o povo irmão de Angola”, destacando a importância das relações “verdadeiramente especiais” que unem aquele país a…

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Em dia de festa (dipanda) não se sente a barriga vazia

Em dia de festa (dipanda) não se sente a barriga vazia

O Vice-Presidente de Angola, Manuel Vicente, enfatizou hoje a unidade nacional como garante da soberania, integridade e desenvolvimento do país, durante as comemorações do 39º aniversário da independência angolana, na província do Huambo. [dropcap]M[/dropcap]anuel Vicente, no acto de massas evocativo da proclamação da independência, afirmou que, “em 39 anos de existência como nação independente, já podemos extrair uma grande lição da nossa história: Nada se consegue sem trabalho, sacrifício, determinação e perseverança. E só conseguimos atingir os grandes objectivos nacionais se nos mantivermos unidos”. A vila municipal de Cachiungo, antiga…

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Comemorações da dipanda levam festa ao Huambo

Comemorações da dipanda levam festa ao Huambo - Folha 8

O município de Cachiungo, na província do Huambo, concentra na terça-feira as comemorações dos 39 anos de independência (ou “dipanda”) de Angola, orientadas pelo Vice-Presidente, Manuel Vicente. [dropcap]A[/dropcap]vila de Cachiungo, antiga Bela Vista, a 64 quilómetros a leste da cidade do Huambo, acolhe o acto oficial das comemorações de 2014, este ano com o lema “Unidos, reforcemos os ideais de liberdade e justiça social”. De acordo com o programa de actividades, as comemorações têm início com inaugurações de alguns empreendimentos, nomeadamente a biblioteca provincial do Huambo, a fábrica de refrigerantes…

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Eles gozam à farta com a nossa chipala

Afonso Chipepe

O governo angolano perspectiva para os próximos anos, talvez 20 ou 30, a melhoria da qualidade de vida da população, a prestação de mais atenção à juventude, a promoção de emprego, o desenvolvimento do sector privado e a inserção competitiva de Angola no contexto internacional. [dropcap]A[/dropcap]os anos que estas promessas ecoam pelas barrigas vazias dos angolanos. Desta feita o autor da afirmação de tão mau gosto foi o economista Afonso Chipepe. Em declarações à Angop, a propósito de mais um aniversário da Independência Nacional que se assinala terça-feira (11) e…

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Portugal elogia (pudera!) desempenho do MPLA

Portugal elogia (pudera!) desempenho do MPLA - Folha 8

O embaixador de Portugal em Angola, João da Câmara, afirmou, em entrevista à Angop, que os portugueses vêem com muito orgulho, prazer e gosto o percurso de Angola 39 anos depois da independência, tornando-se numa referência em muitos aspectos ao nível internacional. Que mais poderia ele dizer? [dropcap]O[/dropcap]diplomata, que falava a propósito dos 39 anos da independência do país, a assinalar-se a 11, e da cooperação entre os dois estados, acrescentou que Angola fez um percurso fantástico, principalmente depois da guerra que só trouxe enormes dificuldades. O embaixador disse que…

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Se isto é a independência, o kwanza é um… riacho!

Se isto é a independência, o kwanza é um... riacho! - Folha 8

Os ortodoxos do regime angolano não conseguem deixar às gerações vindouras algo mais do que a pura expressão da cobardia que, entre outras coisas, faz com que milhões de angolanos tenham pouco ou nada, e poucos tenham muitos milhões. Por Orlando Castro [dropcap]T[/dropcap]alvez esses génios, quase todos paridos nas latrinas da cobardia, pensem que não é necessário dar corpo e alma à angolanidade (seja, ou não no contexto da Lusofonia). É por isso que alimentam o ódio e a discórdia, o racismo, não reconhecendo que a liberdade deles termina onde…

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