Eles gozam à farta com a nossa chipala

Afonso Chipepe

O governo angolano perspectiva para os próximos anos, talvez 20 ou 30, a melhoria da qualidade de vida da população, a prestação de mais atenção à juventude, a promoção de emprego, o desenvolvimento do sector privado e a inserção competitiva de Angola no contexto internacional. [dropcap]A[/dropcap]os anos que estas promessas ecoam pelas barrigas vazias dos angolanos. Desta feita o autor da afirmação de tão mau gosto foi o economista Afonso Chipepe. Em declarações à Angop, a propósito de mais um aniversário da Independência Nacional que se assinala terça-feira (11) e…

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Portugal elogia (pudera!) desempenho do MPLA

Portugal elogia (pudera!) desempenho do MPLA - Folha 8

O embaixador de Portugal em Angola, João da Câmara, afirmou, em entrevista à Angop, que os portugueses vêem com muito orgulho, prazer e gosto o percurso de Angola 39 anos depois da independência, tornando-se numa referência em muitos aspectos ao nível internacional. Que mais poderia ele dizer? [dropcap]O[/dropcap]diplomata, que falava a propósito dos 39 anos da independência do país, a assinalar-se a 11, e da cooperação entre os dois estados, acrescentou que Angola fez um percurso fantástico, principalmente depois da guerra que só trouxe enormes dificuldades. O embaixador disse que…

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Se isto é a independência, o kwanza é um… riacho!

Se isto é a independência, o kwanza é um... riacho! - Folha 8

Os ortodoxos do regime angolano não conseguem deixar às gerações vindouras algo mais do que a pura expressão da cobardia que, entre outras coisas, faz com que milhões de angolanos tenham pouco ou nada, e poucos tenham muitos milhões. Por Orlando Castro [dropcap]T[/dropcap]alvez esses génios, quase todos paridos nas latrinas da cobardia, pensem que não é necessário dar corpo e alma à angolanidade (seja, ou não no contexto da Lusofonia). É por isso que alimentam o ódio e a discórdia, o racismo, não reconhecendo que a liberdade deles termina onde…

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Cabinda segundo Adriano Moreira

Cabinda segundo Adriano Moreira

“Os cabindas não exigem mais, e não se lhes pode pedir que exijam menos: «Optar por ser quem são”. Por Adriano Moreira (*) [dropcap]N[/dropcap]esta questão da globalização, em que circulam expressões como Estado-continente para designar os de maior extensão territorial e Estado-baleia para referir os das populações desmedidas, acrescendo o fenómeno dos grandes espaços que agregam várias soberanias cooperativas, as atenções desviam-se facilmente das pequenas identidades políticas, cuja autonomia de Governo não foi consagrada pela História, e olham com displicência para as que lhes parecem uma arqueologia de resíduos. Casos como os…

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