“A não-violência é a maior força à disposição da humanidade. É mais poderosa do que a mais potente arma de destruição concebida pelo engenho humano”. (Gandhi) Por William Tonet instinto da violência, as violências, infelizmente, tem (têm) sido a opção a mão de semear, dos actores ditos revolucionários, substitutos do poder colonial, em todas as relações inter-humanas, desde 1975. Os milhões de autóctones, para desgraça, pese os olhos esbugalhados de alegria ao verem, depois de 500 anos, descer a “heróis do mar nobre povo”, não viram subir, no mesmo mastro,…
Leia maisEtiqueta: 27 de Maio de 1977
OPRÓBRIO FÚNEBRE
Henrique Santos, o “Onambwe”, alcunha ou nome de guerra, cujo sinónimo ignoro, mas pela conduta que mostrou nos leva a crer ter sido conseguida por uma qualquer canalhice datada da juventude, quem sabe em Porto Amboim, onde consta ter este figurão nascido. Por José Reis É, a par de Lúcio Lara, outra das eminências pardas do MPLA – mais propensa ao regabofe dos copos e da malandragem, diga-se a verdade – que aportou à Luanda já em rebuliço, regressando do exterior graças ao 25 de Abril de 1974. Desde então…
Leia maisSOMOS FILHOS DE VÍTIMAS DO 27 DE MAIO DE 1977
Somos filhos de vítimas do 27 de Maio de 1977. Sofremos todos uma dor incurável, misto de perda, de ausência e de incerteza sobre as condições em que os nossos pais perderam a vida. Por Órfãos da Associação M27 ivemos toda a nossa vida ou grande parte dela privados da companhia dos nossos pais. Alguns de nós tiveram ainda o privilégio de privar com os pais, de experimentar a sensação única e insubstituível de viver o amor paternal. De aprender pela sua mão a andar, a correr, a nadar, a…
Leia maisAGOSTINHO NETO SÓ MANDOU ASSASSINAR… 80 MIL!
24 de Novembro de 2018. A conferência de imprensa, em Lisboa, do Presidente João Lourenço, foi interrompida por uma órfã dos massacres, ou genocídio, do 27 de Maio de 1977, que tentava recitar um poema em memória dos pais, vítima dos massacres ordenados por Agostinho Neto, o único herói nacional permitido pelo MPLA. Por Orlando Castro Presidente angolano, João Lourenço, permitiu a intervenção, mas não autorizou que declamasse o poema, considerando, pouco depois, questionado pelos jornalistas, que o caso de 27 de Maio de 1977 é “um dossiê delicado” que…
Leia maisCRIMINOSOS CONTINUAM A LOUVAR O ASSASSINO
Uma palestra que versou sobre a vida e obra de Agostinho Neto, primeiro Presidente de Angola e maior assassino e genocida da história angolana, marcou ontem, em Mbanza Kongo, a abertura da jornada do herói nacional do MPLA na província do Zaire, que vai decorrer de 10 a 17 de Setembro, no país. o dissertar o tema, o académico Agostinho Dias Zantoto, afirmou que o empenho e a dedicação ao trabalho de todos os cidadãos, de modo a engrandecer a nação angolana, é a melhor forma de homenagear Agostinho Neto.…
Leia maisTAL COMO EM 1977, TAL COMO EM 1992
O grupo parlamentar do MPLA, partido no poder há 48 anos, reafirmou esta segunda-feira “o seu incondicional apoio” ao seu líder, general João Lourenço, garantindo “alto e em bom som” que não haverá destituição. Por alguma razão o general é também Presidente da República, Titular do Poder Executivo e Comandante-em-Chefe das Forças Armadas e ex-ministro da Defesa… Por Orlando Castro posição foi expressa no período da leitura das declarações políticas, pelo líder do grupo parlamentar do MPLA, Virgílio de Fontes Pereira: “O grupo parlamentar do MPLA reafirma, aqui e agora,…
Leia maisNETO, O MAIOR GENOCIDA DEPOIS DA II GUERRA MUNDIAL
O Maio, 2023, foi-se! As sequelas do seu bem e mal, atravessaram a fronteira de Junho, por isso ainda peregrinamos, singelas pinceladas inseridas numa obra com acertos e desacertos, sobre uma realidade, muita vivida e outras partilhadas de contares e viveres, na primeira pessoa do singular de guerrilheiros, políticos, dirigentes, discriminados e vítimas de um ignóbil genocídio. Não me atenho, exclusivamente, a 27 de Maio de 1977, mas a todos os “Maios”, que o antecederam, principalmente, decurso do consulado de António Agostinho Neto, feito herói, por uns e genocida por…
Leia mais27 DE MAIO? OSSADAS? SE “HAVER” NECESSIDADE EU EXPLICO…
O Presidente angolano, general João Lourenço, reitera o compromisso do seu Governo de continuar a procurar os restos mortais das vítimas dos massacres de 27 de Maio de 1977, ordenados pelo Presidente do MPLA e da República e único herói nacional imposto pelo MPLA, Agostinho Neto, e a respeitar as conclusões dos especialistas sobre a identificação. Mais do mesmo. Por Orlando Castro (*) m entrevista conjunta à Lusa e ao Expresso, João Lourenço responde às alegações dos familiares de algumas daquelas vítimas de que os restos mortais que lhes foram…
Leia maisOS (MUITOS) 27 DE MAIO DO MPLA
Não sei se ter memória é, nos tempos que correm, uma qualidade. Creio que não. Alguém disse que quem estiver sempre a falar do passado deve perder um olho. No entanto, acrescentou que quem o esquecer deve perder os dois… Por Orlando Castro al como o Papa Bento XVI recordou na sua viagem a Luanda, perante quase um milhão de fiéis, as “consequências terríveis” dos 27 anos de guerra civil em Angola, lamentando que esta seja “uma realidade familiar”, apetece-me hoje recordar também algumas coisas. Recordar, em homenagem às vítimas,…
Leia mais27.05.77 – 80 MIL ASSASSINATOS
Hoje é um dia para não esquecer. Foi fatídico, para milhões de intelectuais autóctones de todas as raças, tribos, regiões e grupos linguísticos, verdadeiramente comprometidos com uma Angola que fosse verdadeiramente independente de Portugal e do mundo ocidental e oriental. Por William Tonet or esta visão, com apoio de uma esquerda barroca portuguesa, que ajudou Neto e o MPLA a violar os Acordos de Alvor, inviabilizando a realização de eleições ao receber o poder, sem a realização de eleições. Nele alojado começou uma caça impiedosa a todos os adversários e…
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