SE SER MULHER NÃO É FÁCIL, SER MULHER AFRICANA É O FIM DA PICADA…

A activista guineense Arthimiza Mendonça lamentou que as mulheres africanas continuem a lutar por direitos básicos conquistados há décadas no Ocidente, defendendo um feminismo ligado à realidade do continente africano. sto é. “Enquanto elas (mulheres ocidentais) lutavam por salários e oportunidades, nós cuidávamos dos filhos delas”, disse, acrescentando que muitas mulheres africanas “nem tinham direito à escola, nem a uma boa alimentação, nem a uma moradia digna”. Fundadora da revista “Pérola Afrikana”, Arthimiza Mendonça disse, numa entrevista telefónica à Lusa, que o projecto nasceu da necessidade de criar “um espaço”…

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SUCESSÃO DE JOÃO LOURENÇO ESTÁ ENVOLTA EM INCERTEZA E ESPECULAÇÃO

O investigador Rui Verde considera que o processo de sucessão de João Lourenço na Presidência de Angola foi “mal conduzido” e está a gerar “muita incerteza” e “especulação”, antevendo que, mesmo em caso de vitória, esta se possa revelar “vazia”. Por Maria de Lurdes Lopes da Agência Lusa ui Verde falava à Lusa a propósito do lançamento, no próximo dia 5 de Junho, na Voz do Operário, em Lisboa, do seu livro “Breve História de Angola desde a Independência (1975-2025)”, obra que define como “prática e acessível”, que procura ser…

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