O Governo angolano quer o Japão como “parceiro central” na implementação do seu programa de reformas para a melhoria do ambiente de negócios e diversificação económica e convidou os empresários nipónicos a olharem Angola “além do sector energético”. pretensão foi expressa pelo ministro das Relações Exteriores de Angola, Téte António, durante as conversações para o fortalecimento da cooperação bilateral, no âmbito da visita que o ministro dos Negócios Estrangeiros do Japão, Toshimitsu Motegi, a Luanda. “Angola está hoje empenhada num vasto programa de reformas para melhorar o ambiente de negócio…
Leia maisDia: 2 de Maio, 2026
“BASTANTE LAMENTÁVEL” ATAQUE A IMIGRANTES NA ÁFRICA DO SUL
A ministra do Trabalho de Moçambique considerou “bastante lamentável” a situação de ataques a imigrantes na África do Sul e espera que se resolva “muito rapidamente”. vete Alane, ministra do Trabalho, Género e Acção Social de Moçambique, diz que “é uma situação lamentável, bastante lamentável e estamos todos muito tristes com o que temos estado a assistir”. A governante avançou que tem estado em contacto diário com a representação de trabalho moçambicana na África do Sul e, até este momento, não há notícias oficiais de trabalhadores de Moçambique afectados. “É…
Leia maisQUEDA NO CRESCIMENTO SEMPRE COM OS MESMOS A PAGAR A FACTURA
O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a economia angolana abrande para 2,3% este ano, depois de ter crescido 3,1% em 2025, num contexto de queda estrutural das receitas petrolíferas. egundo o relatório anual da instituição sobre Angola, as perspectivas de médio prazo continuam modestas, reflectindo uma “queda estrutural das receitas petrolíferas”, e o crescimento económico dependerá do “sucesso dos esforços de diversificação”. O FMI assinalou que a economia cresceu 3,1% em 2025, apoiada em parte pela despesa pública, apesar de uma queda “significativa da produção petrolífera, que enfraqueceu as…
Leia maisCHINA APOSTA NOS PEQUENOS PAÍSES LUSÓFONOS
Um estudo académico aponta que a China tem vindo a consolidar a sua presença tecnológica e económica nos pequenos países lusófonos da África Ocidental, nomeadamente Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. m relatório, assinado por investigadores da Universidade de Georgetown e do grupo de reflexão The Digital Economist, destacou que estes Estados, “historicamente marcados pela fragilidade económica e política”, encontram na parceria com a China uma alternativa às “tradicionais ligações com o Ocidente”. “Estes pequenos países contam uma história grande e globalmente significativa sobre a melhor forma de…
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