Os incidentes na província de Tete, nas eleições gerais de Moçambique, na quarta-feira, envolvendo destruição de postos de votação e material eleitoral, ocorreram em mais cinco regiões, além do distrito de Tsangano, informou a Comissão Provincial de Eleições. [dropcap]U[/dropcap]m relatório do órgão eleitoral na província de Tete, citado hoje pelo jornal Notícias, refere que a destruição aconteceu numa escala maior do que inicialmente se acreditava, pois houve registo de distúrbios também nos distritos de Macanga, Angónia, Chifunde, Moatize e Mutarara. O presidente da Comissão Provincial de Eleições em Tete, Eduardo…
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Frelimo “até” poderá aceitar negociar
O porta-voz da Frelimo garantiu que “não houve nenhum contacto” entre o partido no poder em Moçambique e a Renamo sobre cenários pós-eleitorais, mas prometeu responder ao pedido de negociações do líder da Renamo, Afonso Dhlakama. [dropcap]E[/dropcap]m declarações à imprensa hoje em Maputo, Afonso Dhlakama assegurou que não vai recorrer à violência, após as eleições gerais em Moçambique, e disse estar pronto para negociar com o Governo a criação de “uma verdadeira democracia”. Contactado pela Lusa, o porta-voz da Frelimo, Damião José, afirmou que “não houve nenhum contacto” nesse sentido.…
Leia maisEntão como é? Amigos, amigos…
O Governo português emitiu um alerta a recomendar prudência aos seus cidadãos que residam em Moçambique e aos que pretendam viajar para o país, devido à aproximação das eleições de 15 de Outubro. “No dia das eleições, será conveniente manterem-se afastados dos centros onde decorrem os actos eleitorais”, diz o Governo de Lisboa. “Recomenda-se aos cidadãos portugueses que sejam prudentes e façam uma rotina sensata, evitando aglomerações de pessoas e participação em eventos políticos eleitorais”, lê-se no alerta. Segundo o texto, “no dia das eleições, será conveniente manterem-se afastados dos centros onde…
Leia maisViolência eleitoral ensombra Moçambique
O presidente da Comissão Nacional de Eleições de Moçambique (CNE) considerou hoje que os incidentes de violência durante a campanha para as eleições gerais mancharam o processo eleitoral, alertando para o possível crescimento da tensão antes da votação. “Foram incidentes feios e maus que serviram para manchar este processo tão bonito, que todos pretendíamos que fosse. O povo moçambicano não quer mais situações de instabilidade, de violência. As pessoas não querem ver e viver violência”, afirmou Abdul Carimo (foto), durante um encontro com líderes religiosos moçambicanos. Conflitos envolvendo militantes da Frente de Libertação…
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