Sete dos 17 membros da Comissão Nacional de Eleições de Moçambique (CNE) votaram contra os resultados das eleições gerais anunciados hoje pelo órgão, disse Fernando Mazanga, membro da CNE pela Renamo, principal partido da oposição. [dropcap]D[/dropcap]os “17 vogais, sete votaram contra e apresentámos a respectiva declaração de voto vencido”, disse Mazanga, assumindo que votou contra a deliberação dos resultados das eleições gerais de 15 de Outubro, que dão vitória à Frelimo, partido no poder desde a independência, e ao seu candidato presidencial, Filipe Nyusi. “Respeitando os ditames da minha consciência,…
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Renamo não reconhece resultados e vai impugnar
A Renamo, principal partido de oposição, rejeitou hoje os resultados das eleições gerais do passado dia 15 em Moçambique, considerando-os fraudulentos e garantiu que vai impugnar a votação. [dropcap]N[/dropcap]ão reconhecemos estes resultados, “porque foram fraudulentos, com certeza que vamos impugnar”, disse o mandatário da Renamo, André Majibire, aos jornalistas, imediatamente após o anúncio pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) dos resultados preliminares das eleições gerais. A Frelimo ganhou as eleições gerais em Moçambique, com uma maioria absoluta de 55,97% no Parlamento, e o seu candidato, Filipe Nyusi, venceu as presidenciais…
Leia maisViolência eleitoral ensombra Moçambique
O presidente da Comissão Nacional de Eleições de Moçambique (CNE) considerou hoje que os incidentes de violência durante a campanha para as eleições gerais mancharam o processo eleitoral, alertando para o possível crescimento da tensão antes da votação. “Foram incidentes feios e maus que serviram para manchar este processo tão bonito, que todos pretendíamos que fosse. O povo moçambicano não quer mais situações de instabilidade, de violência. As pessoas não querem ver e viver violência”, afirmou Abdul Carimo (foto), durante um encontro com líderes religiosos moçambicanos. Conflitos envolvendo militantes da Frente de Libertação…
Leia maisViolência na campanha eleitoral em Moçambique é “uma autêntica vergonha”
O presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE) de Moçambique considerou que a violência crescente na campanha para as eleições gerais de 15 de Outubro é “uma autêntica vergonha” e apelou aos partidos para pararem com as confrontações. “O que nós vimos é uma autêntica vergonha e deve envergonhar todo o moçambicano, porque é contra todos os princípios de tolerância e convivência cívica”, afirmou Abdul Carimo, à margem de uma reunião com partidos e Polícia da República de Moçambique, citado hoje na imprensa local. As declarações do presidente da CNE…
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