ANGOLA. A propósito da notícia sobre a Sonils que o Folha 8 ontem publicou com o título “Trabalhadores acusam a Sonils de retaliação”, recebemos da empresa o esclarecimento que a seguir se reproduz na integra:

«Na sequência da notícia totalmente falsa veiculada, dando conta do “despedimento de 250 trabalhadores da SONILS pelo facto de terem estado em greve e de estarem afiliados em sindicatos”, vem a Direcção da empresa esclarecer o seguinte:

1. No último trimestre de 2017, devido ao declínio dos níveis de actividade e dos indicadores financeiros da empresa, face ao contexto socio-económico que se verifica na indústria petrolífera, a SONILS viu-se forçada a efectuar o reajuste do quadro de pessoal nacional e expatriado ao nível de actividade actual.

2. O referido reajuste resultou na desvinculação de colaboradores afectos ao quadro efectivo da SONILS e também na dispensa de colaboradores pertencentes as empresas de cedência de trabalho temporário ao serviço da SONILS, nomeadamente ANGOLA OFFSHORE E SIRVIMAR, perfazendo um total de 250.

3. A SONILS, dentro das suas competências, sempre actuou de forma a garantir o cumprimento de todos os procedimentos legais, tendo inclusive o processo de comunicação às empresas de trabalho temporário sido efectuado sempre com a devida antecedência.

4. Adicionalmente informamos que os entrevistados não pertenceram aos quadros efectivos da SONILS mas sim as empresas de cedência de trabalho temporário pelo que, toda e qualquer reclamação de fórum laboral deve ser sempre encaminhada as Direcções das referidas empresas.»

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