ANGOLA. Um total de 56 mortes por afogamento foram registadas pelo Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros (SNPCB) da capital angolana, Luanda, no primeiro semestre deste ano, a maioria em praias proibidas.

Os dados foram hoje avançados pelo porta-voz do comando provincial de Luanda do SNPCB, acrescentando Faustino Minguês que 37 pessoas foram salvas de afogamento, no mesmo período, pelas equipas dos serviços de náufragos dos bombeiros.

Segundo Faustino Minguês, de Janeiro até à primeira semana deste mês foram registadas 56 mortes em praias perigosas, reservatórios de água, rios, canais e lagoas.

Acrescentou que as praias proibidas estão sinalizadas, mas “alguns banhistas da capital do país insistem em utilizar as zonas com sinais de proibição, onde se têm registado várias mortes por afogamento, principalmente em época balnear”.

“Apesar de ao longo destas praias existirem efectivos do projecto Praia Seguras de Angola, às vezes nem chegam a tempo de salvar pessoas em eminência de afogamento”, referiu o responsável, citado pela agência noticiosa angolana, Angop.

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