O ministro das Finanças angolano, Armando Manuel, considerou ontem que o arranque da Bolsa de Dívida e Valores de Angola (BODIVA) constitui uma alternativa ao financiamento para a promoção do investimento.

A BODIVA inicia com a negociação, numa primeira fase, da dívida pública e registo de operações fora da praça financeira, disse o presidente da Comissão Executiva, Pedro Sérgio Pitta Groz, citado pelo Jornal de Angola.

Segundo o titular da pasta das Finanças, numa primeira fase a BODIVA constituirá uma fonte de captura de poupanças adicionais, de formas a conferir a Angola um mercado secundário de títulos e ajudar a trazer novos intervenientes que vão colocar os seus recursos nestas aplicações.

Pedro Sérgio Pitta Groz disse que o mercado de acções vai arrancar “de facto no primeiro semestre do próximo ano”.

De acordo com o responsável, é um trabalho faseado de preparação e adaptação das empresas nacionais, em matéria de prestação de contas e práticas de governação e gestão.

“Neste período, prevemos começar com as primeiras admissões de empresas do segmento de accionistas”, aclarou o executivo, acrescentando que o objectivo primordial nesta altura é transmitir confiança à economia nacional, incentivando o investimento e protegendo os investidores, de acordo com as normas internacionais.

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