ANGOLA. O bastonário da Ordem dos Médicos, Carlos Pinto de Sousa, reconheceu hoje, em Luanda , que Angola possui um número insuficiente de especialistas cardiologistas para responder à demanda.

Em declarações à margem do 3º Congresso angolano de Cardiologia e Hipertensão, referiu haver uma grande necessidade de se aumentar médicos nessa área, pelo que a Ordem em parceria com o Ministério da Saúde está a promover a descentralização dos internatos de especialidade, para que possam formar mais especialistas.

O bastonário, que não avançou números, reforçou que alguns médicos estão a fazer o internato de cardiologia no exterior no país e tão logo terminem o número de especialistas irá aumentar.

“O processo de formação é lento, mas logo após ao seu término será possível resolver um terço desta problemática, dado ao número de casos de problemas cardíacos que as pessoas têm desenvolvido nos últimos tempos”, frisou.

Garantiu que nas capitais provinciais existem cardiologistas nacionais e estrangeiros, mas mesmo assim deve-se continuar a trabalhar na formação contínua, por formas a levá-los a toda extensão nacional.

No que toca aos transplantes na área de cardiologia, frisou , que no país ainda não estão a ser feitos, mas que houve um avanço nos centros de cirurgias cardíacas.

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