Em comunicado, assinado por Jean Claude Nzita, porta-voz da organização, a Direcção Político Militar da FLEC/FAC, “adverte o general sanguinário e mafioso António José Maria”, para não colocar “os pés em Cabinda, caso contrário à sua cabeça será fixado o preço”.

A lerta a FLEC/FAC que “Cabinda não é uma casa de repouso para este criminoso desonesto”, pelo que a “sua presença em Cabinda será um acto de provocação”, pelo que a organização “responderá severamente a qualquer provocação, aplicando a lei da retaliação”. Tudo porque, diz a FLEC/FAC, “este homem tem derramado muito sangue de Cabinda”.

“Depois de planear os assassinatos de vários grandes comandantes da FLEC/FAC com a cumplicidade do mafioso e manipulador general Manuel Hélder Vieira Dias Júnior “Kopelipa, chefe da Casa Militar de Eduardo dos Santos, este extremista general António José Maria tem sempre frustrado qualquer processo de paz em Cabinda, para seu próprio interesse pessoal, sobretudo nos negócios de vendas de armas”, diz o comunicado.

Acrescenta a FLEC/FAC que “estamos decididos, mais do que nunca, a implementar um sistema para vingar o general António José Maria, pelo que ele será perseguido por todos os meios no território de Cabinda, até mesmo que a voz ancestral será usado para sua moeda”.

A FLEC/FAC diz que “isto não é uma ameaça que fazemos, mas um aviso. Nós que nos reservamos o direito de remover aqueles que procuram eliminar-nos”.

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