APÁTRIDA PARA UNS, APÓLIDA PARA OUTROS

Se para os donos (e candidatos a donos, MPLA e UNITA) de Angola não sou angolano, é natural que não seja considerado um escritor angolano. Se, para os donos (culturais) de Portugal, sou um “estrangeiro”, o cadafalso é a única saída. Porra! É difícil aturar tanta merda. Por Orlando Castro ara me sentir melhor, tomo a liberdade de reproduzir um artigo do Malundo Kudiqueba publicado, no dia 3 de Novembro de 2024, no Folha 8: «José Eduardo Agualusa, Orlando Castro e Mia Couto são mais patriotas que muitos negros “pan-africanistas”…

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