O ministro do inTerror de Angola não é verdadeiramente um ministro, é mais uma caricatura. De facto, a ditadura é muito fértil a gerar e parir este tipo de caricaturas para exercerem um papel fundamental no elenco governamental.

Por Domingos Kambunji

O ministro do inTerrror é assim como que um clone do Alcapone com um ar intelectual de filósofo de curral. Ele tem conhecimentos muito vastos, próprios de quem raciocina com os cascos, o que nalguns lugares designam, eufemisticamente, por calcanhares.

O ministério do inTerror está muito ofendido com a revelação de documentos que demonstram o comportamento selvagem da “Pulhícia” Nacional e do Serviço Penitenciário. Diz ele que trata-se de uma “campanha difamatória” que denigre o “bom nome” do Estado.

Bom nome do Estado? Campanha difamatória? Estes gestos de tentativa de praticar ilusionismo só demonstram que o ministro do inTerror é amador, pouco profissional, no desempenho do seu cargo ministerial.

Num estudo publicado pelo Legatum Institute, sobre a qualidade do Estado, no ano de 2016, entre 149 países, o Estado angolano situou-se na posição número 138. É isto o que Ângelo Veiga Tavares, Ministro do inTerror de Angola, designa por “bom nome do Estado”? Essa posição na traseira só demonstra que o Estado angolano do MPLA é uma lixeira.

Em Angola o MPLA é o Estado e o Estado é o MPLA. Sabe-se que o MPLA apresenta uma qualidade muito má e, por isso, é óbvio que o Estado apresenta um aspecto desolador, visível nas ambiguidades, contradições e megalomania matumba do seu ministro do inTerror.

Foi, ainda não há muito tempo, este o impostor que afirmou que o Ministério do inTerror gastava 20 dólares por dia na alimentação dos presos. Achamos esse valor muito elevado para quem fornece uma alimentação de mau sabor, com bolor. Alguém está exageradamente anafado com os desvios de kumbu que deveriam servir para custear uma alimentação de qualidade mínima, que aos presidiários tem faltado. Será que esse senhor é o ministro do inTerror?

É uma vergonha. O ministro do inTerror, a pensar, revela uma elevada mangonha e, por isso é especialista apenas na arte do disparate. Será que esta situação caótica é uma consequência das aulas de “Educação Patriótica” do monangambé do Zédu, o Louvalozédu? Ou é uma aprendizagem efectuada com o deputado senil, o João galináceo infantil?

É por isso que, ele, eu e tu, não ficámos admirados pela escolha de um incompetente para sucessor do presidente, um clone de Zédu. Assim sendo, pelo que fica explicado aqui, percebe-se bem que o MPLA escolheu para ministro do inTerror um travesti!

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