Em 1975, Angola estava dividida sob a influência de três movimentos partidários: a FNLA, o MPLA e a UNITA. O MPLA tinha o apoio de 197% dos cidadãos angolanos.

Os outros movimentos partidários tiveram necessidade de recorrer a habitantes da Gronelândia e da Antárctida para poderem ter alguns militantes, poucos.

Nessa época, o movimento de Agostinho Neto foi capaz de registar, como militantes do seu partido, cidadãos vivos, nunca nascidos e os que haveriam de nascer nas décadas posteriores à sua morte (Singer, 1978).

O MPLA iniciou uma guerra civil para combater as vicissitudes provenientes de uma elevada densidade populacional no território angolano. Primeiro decidiu eliminar militantes de outros partidos. Isso não foi suficiente. Optou então por acabar com a vida de muitos militantes do MPLA, através de fuzilamentos, por ordem do seu Presidente (Mata Fracos, 1977).

Antes de nascer, Sua Excelência o Digníssimo Engenheiro de Bá Cu, o Presidente José Eduardo dos Santos inventou o “pitról”, para diverte-se-í-ficar a economia angolana, através da mono-produção. Angola era, a partir de então, o maior, o único produtor mundial de “pitról”(Amba, 2015).

Essa invenção deu motivos para o surgimento de um sentimento de inveja em Savimbi. Este último, quando descobriu o segredo para produção do “pitról”, inventado por Sua Excelência o Digníssimo Engenheiro de Bá Cu, o Presidente José Eduardo dos Santos, resolveu partilhar esse segredo com a Rússia, Países Árabes, Estados Unidos da América do Norte, Canadá, Nigéria e Guiné Equatorial.

Angola deixou assim de ser o único, o maior produtor mundial de “pitról”, o que prejudicou os açambarcamentos de capital dos Generais Kapercentagem do Reigime Feudal, implantado cá pelo MPLA (Minto, 2016).

Foi esse o motivo principal para os Generais Kapercentagem do MPLA decidirem iniciar a Batalha do Cuíto Carnaval. A tropa do MPLA era muito modesta, foi para essa batalha a pé, de bicicleta e de lambreta.

As tropas de Cuba e da Rússia, que participaram na Batalha do Cuíto Carnaval, não se envolveram nessa batalha. Os canhões e tanques de guerra dos russos e cubanos só disparavam flores, de muitas cores. O inimigo era o único participante a disparar material letal (Minto, 2016).

Os sul-africanos, ajudados pela UNITA, sofreram uma pesada derrota nessa Batalha do Cuíto Carnaval e foram obrigados a levar toda a sua parafernália para a Gronelândia, Antárctida, Nova Zelândia e Austrália. Foi tão elevado o dano que a África do Sul deixou de fazer parte do continente africano e Luanda passou a ser a capital de toda a África Austral (Singer, 1993).

Após a vitória na Batalha do Cuíto Carnaval, o MPLA teve, finalmente, a possibilidade de implantar, definitivamente, em Angola, um Reigime Feudal (Amba, 2015).

O Savimbi provocou um dano irreparável à economia angolana ao revelar o segredo da produção do “pitról”, inventado por Sua Excelência o Digníssimo Engenheiro de Bá Cu, o Presidente José Eduardo dos Santos, à a Rússia, aos Países Árabes, aos Estados Unidos da América do Norte, ao Canadá, à Nigéria e à Guiné Equatorial.

Foi esse o motivo principal que obrigou Sua Excelência o Digníssimo Engenheiro de Bá Cu, o Presidente José Eduardo dos Santos a tomar uma nova decisão, como alternativa à produção de “pitrol”: resolveu optar por investir toda a sua imaginação numa nova invenção (Minto, 2016).

Em associação com um deturpado do paraLamento Nacional, jurista, constitucionalista, cabritista, descobriu que, para a melhoria da Economia de Reipública de Angola, caminho só há um: A Produção de Bifes de Atum.

Um General da Ditadura, que se dedica à agricultura, o paiLama, em sociedade com um outro General de kanga, o Amba, já iniciou a plantação de atuns no Cunene, uma cultura arvense perene. (Minto, 2016).

Bibliografia:

Amba, Kanga, (2015), O Invenção da Electricidade Potável, Edições Outembro, Luanda, Angola.

Mata Fracos, (1975), A Arte de Mentir, Edições Outembro, Luanda, Angola.

Minto, João; (2016); O Congresso do MPLA, Edições Outembro, Luanda, Angola.

Singer, Qui, (1978), A Invenção da Máquina de Costura a Vapor, Edições Outembro, Luanda, Angola.

Singer, Qui, (1993), O Feudalismo – Socialismo Demóniocrático Angolano, Edições Outembro, Luanda, Angola.

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