ANGOLA SERIA DIFERENTE COM UM “SELO DE POVOAMENTO” DE EQUIDADE DEMOCRÁTICA

No dia 20 de Junho (de todos os anos), a nostalgia bate-me à “porta mental”, repristinando o desespero lacrimejante de dois amigos: um branco e outro preto. Tinham sonhos. Projectos mil. Queriam que Angola fosse uma potência, capaz de superar Portugal. Viram os sonhos adiados. Melhor, assassinados. Arrastados por uma corrente de medo e terror, previamente elaborada, por militares de esquerda radical, fascistas de Portugal e complexados do MPLA, para deixarem tudo, todos e, zagaiar. Foi assim para milhares, na estratégia para a destruição do desenvolvimento agro-industrial, que a Angola,…

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