O contraste entre a postura do incompetente Presidente de Angola, João Lourenço na ONU onde se apresentou como promotor da paz e mediador regional (algo que ele nunca comprovou em termos de resultados, nomeadamente no leste da RDC) e a recusa de um diálogo político inclusivo com os cabindas reflete uma dualidade frequente nas relações internacionais. Por Osvaldo Franque Buela (*) ausência de menção a Cabinda no discurso de João Lourenço na Assembleia Geral das Nações Unidas reflecte uma posição constante de Luanda de que o território é considerado um…
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