A crise que sufoca os serviços de identificação e registos em Angola há mais de dois anos deixou de ser um problema técnico para se afirmar como um retrato cru de falência administrativa e política no Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos (MINJUSDH), liderado por Marcy Lopes. Conservatórias e cartórios praticamente paralisados, cidadãos sem documentos e uma corrupção cada vez mais institucionalizada compõem um cenário que expõe fragilidades profundas na gestão do sector. Por Geraldo José Letras epicentro do problema é claro: dívidas acumuladas aos prestadores de serviços e…
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