Na semana em que o galináceo infantil veio para a ribalta aconselhar os angolanos a não comerem bifes caros, recomendando aos cidadãos que residem no território nacional a comerem bifes de atum, eis que surge outra figura do Reigime a provocar lágrimas hilariantes, tentando representar um drama de baba e ranho de todo o tamanho, o Embaixador Masoquista.

Por Domingos Kambunji

Em primeiro lugar, pretendemos informar o Louva Lo Zédu de que em Washington D.C., em debates políticos, não se deve chamar “liar” (mentiroso) ao adversário, como ele fez, tentando desacreditar os dados apresentados pelo Rafael Marques, a não ser que o orador seja Trumpeiro ou Trapeiro, como é o caso.

Porque não se deve utilizar essa palavra num debate político? Ora, aqui está um assunto para o Embaixador Hilariante, perdão, Masoquista, pedir a ajuda da PIDE (Polícia de Intervenção e Defesa do Estado) do MPLA!

Poderemos levantar um pouco do véu aconselhando-o a consultar a internet (que os patrulheiros do Reigime angolano acham ser um enorme perigo e sacrilégio, nas campanhas de vitimização), utilizando os sistemas de pesquisa sobre ética e normas de conduta nos diferentes países.

Foi muitíssimo triste observar que o Reigime de Luanda enviou para Washington D.C., a capital dos EUA, para um debate, uma pessoa que se exprime num inglês sanzaleiro, mussequeiro. As calinadas gramaticais e de vocabulário foram demasiado grotescas, de bradar aos céus, para quem utiliza o título de Embaixador de Angola. O Embaixador Masoquista é, no fim de contas, uma das muitas imagens do espelho da Reipublicana Monarquia de Angola.

Perguntam porque o Louva Lo Zédu possui o título de Embaixador Masoquista do Reigime Cabritista?! A resposta é fácil. Esse senhor, ainda não refeito da enorme tareia que levou no debate, em Lisboa, com o José Eduardo Agualusa, resolveu apresentar-se, como voluntário, num outro combate, desta feita contra o Rafael Marques, em Washinghton D.C.

Até os cidadãos mais distraídos conseguiram perceber que não se tratou de um acto de patriotismo mas sim de masoquismo. Foi confrangedor observar como o Rafael o atirou ao tapete, de uma maneira muito incisiva, com a sua argumentação muito objectiva. A única defesa, demasiado vulnerável, que o Embaixador utilizou, foi de que o Rafael é um activista demasiado emocional.

Quem é capaz de recalcar emoções ao observar o nepotismo, a corrupção, o servilismo e a repressão que ocorre no país onde nascemos? Talvez, parasitariamente, o generais e outros que tais que sugam as riquezas nacionais, de uma maneira transparente, descarada e impune.

Nós percebemos que estes bobos da corte, os Louva Lo Zedu & Kangambas do sistema da Reipublicana Monarquia, servem apenas para desviar a atenção do principal agente patológico da corrupção e repressão e do seu grupo, restrito, próximo, de comensais.

Só lamentamos que estes Louva Lo Zédu & Kangambas aceitem exercer as funções de trinta-dinheiros. A dignidade humana não se compadece com uma tão degradante subserviência.

Finalmente, queremos usar esta oportunidade para oferecer o nosso nome para a lista dos ministeriáveis ou presidenciáveis “dos Revus”. Ao mesmo tempo, pretendemos informar, o Senhor Juiz Januário José Domingos e aquela senhora com uma cortina capilar na frente dos olhos, de que não estamos disponíveis para prestar declarações por, na nossa vida pessoal, familiar e profissional, termos assuntos mais importantes, inteligentes e adultos para enfrentar.

Esperamos que o Embaixador Masoquista não venha a ganhar calos, devido ao excesso de pancadaria que tem levado nos debates independentes, aqueles em que o malabarista não pode recorrer às redes protectoras do JA, da TPA ou da RNA para acomodar tantos trambolhões.

Partilhe este Artigo