“Sentado na Cátedra da Demagogia, o João bota faladura, tentando desviar a atenção da ditadura em vigor na angolana reipublicana monarquia. A este reigime fanático o João designa-o por socialismo democrático”.

Por Domingos Kambunji

O João anda preocupado com o que irá acontecer à Dilma. Não é ele um dos que faz parte do grupo das “mulheres de má nota” que ficam muito melindrados quando alguém critica a ditadura e a cleptocracia angolanas, afirmando tratar-se de ingerência nos assuntos internos de um país soberano, independente, com uma Constituição aprovada pela maioria dos deturpados do paraLamento, afectos à maioria, do MPLA, que peca por excesso de prepotência e de mania?

João, o Brasil também tem uma Constituição e, que se saiba, não há lá nenhuma filha de Presidente ou ex-Presidente, bilionária, que tivesse enriquecido à custa da indústria aviária. As universidades brasileiras, na sua grande maioria, no ranking mundial, estão mais bem classificadas do que as angolanas. A investigação científica e a medicina estão em patamares, anos luz, acima dos angolanos. A justiça não é sanzaleira e não é subserviente como a angolana. No Brasil há corrupção?! Então e em Angola, João? Qual é a classificação, nos índices de transparência na governação, do Brasil e de Angola, João?

No Brasil há golpe? Talvez sim, talvez não. A grande golpada que observamos acontece em Angola. Não conhecemos outro país com filhos de presidente-rei e com generais tão bilionários e milionários, como em Angola. Esses personagens enriqueceram inventando a cura para a malária, em campanha de profilaxia contra a febre-amarela e a cólera, evitando centenas de mortes nos hospitais de Luanda e arredores, na investigação científica e implementação de terapias para prevenirem o decréscimo da tuberculose e da lepra em Angola, em planeamento económico e social para acabar com a vergonha de existirem muitos milhões de angolanos a viverem abaixo da linha da pobreza? Não, João, foi da corrupção!

O João anda preocupado se há ou não golpe no Brasil, tentando ignorar as golpadas que acontecem em Angola. Numa pesquisa, na internet, sobre qualidade de vida em Angola, há um título que se sobrepõe a todos os outros : Angola, o país onde morrem mais crianças. Angola é o país mais letal do mundo, segundo dados da Organização das Nações Unidas.

É isto o socialismo democrático, João? Sabíamos da mediocridade do João a escrever poemas, em especial os de amor. O João é muitíssimo pior como megafone da Reipúblicana Monarquia de Angola, muito mais inconsistente, muitíssimo mais incoerente, demasiadamente demagogo.

O João é especialista nas teorias cabritistas da conspiração. João, a avaliação honesta de tanta mania da conspiração é paranóia, é esquizofrenia. De nada valem as especulações sobre geopolítica ou geoestratégia para disfarçar os comportamentos e atitudes que contribuem para uma só conclusão: desvios comportamentais que explicam a disfunção, um afastamento dos padrões mentais considerados normais, saudáveis, no raciocínio e na lógica.

O João, imaginem vocês, cita órgãos de comunicação social, americanos, para tentar explicar que há golpe no Brasil: Los Angels Post, Wall Street Journal, Washighton Post, New York Times…

New York Times?! O João citou o New York Times?!… O João ainda se lembra do jornalista Nicholas Kristof, do New York Times? Eh pá… grande fiasco, João. O New York Times é o jornal que diz que o Reigime angolano é muitíssimo corrupto, insensível e déspota. O Nicholas Kristof é quem diz que Angola necessitaria de ter, pelo menos, três dezenas de pessoas como o Rafael Marques, para que o controle social fosse mais construtivo e eficiente, objectivando a melhoria do bem estar de todos os angolanos.

Sim! O Rafael Marques, aquele individuo que vocês meteram na prisão, João! O Nicholas Kristof, do New York Times, é aquele jornalista que mostrou a todo mundo como os kapangas do MPLA negoceiam os medicamentos oferecidos pela caridade internacional, para os pobres, os que faltam nos hospitais onde morrem dezenas de pessoas, por dia. Eh pá, João, grande gafe, João, quando citas o New York Times. No fim de contas as tuas megalomanias e regalias no Reigime da Cleptocracia só contribuem para que morram muitos angolanos, vítimas de fome e de epidemias.

A Petrobrás e Dilma Rousseff estão a ser vítimas da CIA e de Agências americanas, diz o João. Uma coisa é certa, se a CIA necessitasse de contratar espiões, em Angola, seria demasiado fácil encontrar candidatos para desempenharem essas funções. Bastaria pagar, por mês, o salário mínimo pago, por dia, aos trabalhadores americanos. Esses espiões aufeririam muito mais do que o salário mínimo nacional pago mensalmente aos trabalhadores que ganham o ordenado mínimo em Angola. Dizem que no Cunene e nos subúrbios de Luanda e de outras cidades de Angola haveria quem trabalhasse em troca de “fuba podre, peixe podre, pano ruim”… Dizem que nesses locais a miséria é total.

A CIA não necessita de contratar espiões em Angola, porque a incompetência, a corrupção e o nepotismo são demasiado evidentes, totalmente transparentes.

A CIA não investiga somente a Dilma Rousseff, investiga outras personalidade de países aliados dos EUA, como, por exemplo, na Alemanha, na França, na Inglaterra, no Japão, e na Coreia do Sul. O KGB também investiga países aliados da Rússia como, por exemplo, as Reipúblicas Feudais de José Eduardo dos Santos, dos irmãos Castro ou do Nicholas Apodrecido.

Ainda não é agora que, apesar dos enormes sacrifícios e esforços, o João e o Louvalozédu irão destronar o Bento Kangamba do cargo de filósofo, ideólogo e porta-voz do MPLA.

Aconselhamos o João a não desistir de manifestar a sua opinião. Pode ser que um dia lhe ofereçam o cargo que é desempenhado pelo Januário Domingos, ou a Isabel Françony, quando estes forem aposentados, compulsivamente, por grande invalidez.

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