ANGOLA. O presidente do Banco Privado Atlântico (BPA), Carlos Silva, disse hoje estar disponível para ir depor como testemunha no processo “Operação Fizz”, via videoconferência, mas que ainda não foi notificado para prestar depoimento.

Em comunicado, Carlos Silva diz estar disponível “para prestar todos e quaisquer esclarecimentos que o Tribunal considere relevantes, face a às falsidades que têm sido ditas”, tendo hoje mesmo manifestado a sua disponibilidade aos juízes da “Operação Fizz”.

“Atendendo a que vivo em Angola, e porque face às falsidades que têm sido ditas urge um esclarecimento célere, desde já, disponibilizo-me para que o meu depoimento possa ser efectuado por videoconferência, após notificação para o efeito”, adianta o banqueiro angolano.

Carlos Silva, que também é administrador do Millennium BCP, garante que não foi notificado para testemunhar no âmbito do julgamento em curso em Lisboa, acrescentando que, como consta do processo, a sua “morada pessoal e profissional localiza-se em Luanda, Angola”.

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