As autoridades angolanas desmantelaram em Luanda um estaleiro clandestino de mineração de criptomoedas, com quase 3.000 processadores, que diariamente renderia três mil dólares (2.555 euros), divulgou hoje o Serviço de Investigação Criminal (SIC). o âmbito da operação, o SIC informou que 10 pessoas foram detidas, duas de nacionalidade chinesa e as restantes angolanas. Numa nota de imprensa, o SIC relatou a existência de um estaleiro clandestino de grandes dimensões que estava a ser equipado para a actividade de mineração ilícita de criptomoedas [moedas virtuais], com uma infra-estrutura tecnológica com mais…
Leia maisDia: 17 de Fevereiro, 2026
DIZ O ROTO AO NU…
O Conselho Nacional de Transição da Guiné‑Bissau endurece o tom contra líderes da CPLP. Acusa agora (e mais uma vez) o Presidente do MPLA que, por inerência, é também Presidente da República de Angola, general João Lourenço, de “hipocrisia” e “eleições fraudulentas”. Por Orlando Castro ntre os líderes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o actual regime guineense deixou de fora apenas Moçambique e o Brasil. No poder desde novembro de 2025, o CNT tem reagido de forma contundente a todas as declarações externas que condenam o golpe…
Leia maisXANANA GUSMÃO PEDE DESCULPA À GUINÉ-BISSAU
O primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão, pediu esta segunda-feira desculpa ao Governo de transição da Guiné-Bissau, depois de, na passada quarta-feira, 11, ter classificado o país como um “Estado falhado”, na sequência do golpe de Estado de Novembro. A informação foi avançada pela agência Lusa. “Eu peço desculpa ao Governo de transição da Guiné-Bissau”, […]. laro, “eu peço desculpa ao Governo de transição da Guiné-Bissau”, afirmou Xanana Gusmão aos jornalistas, após participar num ‘workshop’ nacional de validação da língua gestual, sublinhando que não se considera “herói” nem se defende das…
Leia maisFACEBOOK, META… GENTALHA NADA RECOMENDÁVEL
“Gente pouco recomendável – Uma história real sobre poder, ganância e idealismo perdido” é uma obra assinada pela ex-directora de Políticas Públicas Globais do Facebook. “Este é o livro que Mark Zuckerberg tentou silenciar”. A autora, Sarah Wynn-Williams, é uma ex-diplomata neozelandesa e advogada que trabalhou durante sete anos no Facebook e decidiu contar o que por lá viveu num mundo económico e financeiro putrefacto e criminoso. Por Norberto Hossi obra foi descrita pelo The New York Times como “um retrato feio e detalhado de uma das empresas mais poderosas…
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