Sim, o destino de Cabinda ainda não está selado, porque a chama da resistência continua a arder e apesar da forte repressão de João Sabota Lourenço e do seu MPLA, porque a FLEC (nas suas várias facções) continua as suas acções militares, e os activistas civis continuam a expressar-se (correndo o risco de serem presos), demonstrando que o desejo de autodeterminação ainda não se extinguiu. Por Osvaldo Franque Buela (*) conflito de Cabinda não está resolvido; encontra-se apenas congelado e contido pela força do regime comunista e autoritário angolano, e…
Leia maisDia: 9 de Dezembro, 2025
INFLAÇÃO DESACELERA PARA 16,56%
A inflação em Angola desacelerou para 16,56% em Novembro deste ano, o valor mais baixo dos últimos dois anos, prolongando a trajectória descendente do Índice de Preços no Consumidor Nacional (IPCN) para 16 meses consecutivos. egundo a nota do Instituto Nacional de Estatística (INE), hoje divulgada, esta taxa representa uma desaceleração de 0,87 pontos percentuais face a Outubro (17,43%) e uma queda de 11,85 pontos percentuais em comparação com Novembro de 2024 (28,41%). Este é o nível mais baixo registado desde Novembro de 2023, mês em que a inflação se…
Leia maisSEITA HÁ SÓ UMA, O MPLA E MAIS NENHUMA
O presidente da Assembleia Nacional do MPLA (Angola), Adão de Almeida, alertou hoje para a influência nociva de rituais religiosos praticados por “certas seitas” na estabilidade das famílias, apelando a uma reflexão urgente sobre os fenómenos religiosos, em particular a feitiçaria. Sim. Tem razão. Em Angola, há 50 anos, seita há só uma, a do MPLA e mais nenhuma. urante a sua intervenção no Congresso Internacional de Direito da Família, Adão de Almeida defendeu a necessidade de rever o actual Código da Família, à luz de “novos fenómenos culturais” e…
Leia maisPARA QUANDO UM TPI PARA OS FABRICANTES DE ARMAS?
O Tribunal Penal Internacional (TPI) condenou hoje um líder de uma milícia sudanesa a 20 anos de prisão por crimes de guerra e crimes contra a humanidade cometidos durante a guerra civil na região do Darfur, há 20 anos. No caso de África dir-se-ia que o Ocidente vende as armas, os africanos matam-se e o TPI condena os… africanos! li Mohamed Ali Abd-Al-Rahman, também conhecido pelo seu nome de guerra Ali Kosheib, foi em Outubro considerado culpado de múltiplos crimes, incluindo violação, homicídio e tortura, perpetrados no Darfur entre 2003…
Leia maisFACTURAÇÃO ELECTRÓNICA COMEÇA DIA 1 (NÃO INCLUI OS 20 MILHÕES DE POBRES)
O sistema fiscal angolano começa a aplicar a facturação eletrónica a partir de 1 de Janeiro de 2026, anunciou hoje José Leiria, presidente da Administração Geral Tributária (AGT), garantindo que o mecanismo garante maior clareza, transferência e a automatização do relato financeiro contabilístico. egundo José Leiria, a facturação electrónica inicialmente passará a ser obrigatória para os grandes contribuintes e os fornecedores do Estado e que o período transitório, que decorreu entre Setembro e Dezembro de 2025, não será prorrogado. “A facturação electrónica teria sido implementada a partir de 22 de…
Leia maisFUNDO SOBERANO DE ANGOLA E GEMCORP LANÇAM NOVO FUNDO
O Fundo Soberano de Angola (FSDEA) e a Gemcorp Capital anunciaram hoje a criação de um novo fundo pan-africano de 500 milhões de dólares (465 milhões de euros) para investimento em infra-estruturas no continente. egundo um comunicado conjunto, o Fundo terá como objectivo disponibilizar soluções de capital flexível orientadas para investimentos em infraestruturas africanas. O investimento inicial será de 50 milhões de dólares (46,5 milhões de euros) pelo FSDEA, podendo aumentar até 200 milhões de dólares (186 milhões de euros). Já o Grupo Gemcorp contribuirá com até 50 milhões de…
Leia maisREFORMAS PARA A INVERSÃO DO DECLÍNIO DA SONANGOL
1- O declínio estrutural da Sonangol. A Sonangol atravessa um processo de declínio que não pode ser explicado apenas por conjunturas desfavoráveis, como a pandemia ou a volatilidade dos preços internacionais do petróleo. O que se observa é uma erosão estrutural, resultante da fragilidade institucional e da sua incapacidade em aumentar a produção petrolífera. Por Rui Verde (*) o mesmo tempo, os investimentos fora do petróleo — em saúde, transportes, telecomunicações ou imobiliário — revelaram-se insustentáveis, acumulando centenas de milhões de dólares em prejuízos e funcionando como um peso crónico…
Leia mais
