Num país governado por vigaristas, se até o João “Malandro” Lourenço e o Bento Kangamba são generais, também o José Ribeiro e o Victor Carvalho podem ser (isto é como quem diz!) jornalistas. Deveriam, aliás, ser igualmente generais…

Por Domingos Kambunji

Num país em que o presidente é comandante-chefe da corrupção, não é de admirar que José Ribeiro, um aldrabão, seja o director do pasquim oficial de desinformação e de soberba propaganda.

Num país que está no lugar 132, entre 149 países, em Educação, não é de estranhar que o José Ribeiro escolhesse um analfabeto charlatão, para o ajudar a manipular a informação nacional no pasquim oficial.

Num país que está no lugar 129, entre 149 países, em Liberdade e Direitos Humanos, não é de espantar que para tentar gerir e manipular mentalidades, numa das mais nojentas ditaduras, sejam escolhidos apenas cavalgaduras.

Num país em que a qualidade da Economia se situa no lugar 140, entre 149 países, não é de admirar a ignorância dos que prosperam a bajular a governação de corrupção nos órgãos oficiais de informação.

Num país em que a Saúde ocupa o lugar 127, entre 149 países, não é de estranhar que sejam escolhidos parasitas sociais, atrasados mentais, para dirigirem órgãos de informação oficiais.

Num país que está no lugar 148, entre 149 países, na transparência em Economia e negócios internacionais, é óbvio que para elogiar os governantes são muito bem remunerados os eunucos ignorantes.

Conclusão: se não fossem estes boçais a propagandear os “acordos bilaterais internacionais” o MPLA não ocuparia cargos parlamentares e governamentais, nem haveria necessidade de existirem órgãos oficiais de informação a tentar influenciar e manipular os resultados da eleição.

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