O sorteio de posicionamento no boletim de voto para as eleições gerais de 23 de Agosto, em Angola, definiu hoje, em Luanda, a UNITA em primeiro lugar. O sorteio foi realizado no Centro de Convenções de Talatona, sob orientação do presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), André da Silva Neto.

Eis o posicionamento dos partidos no boletim de voto:

1 – UNITA

2 – APN

3 – PRS

4 – MPLA

5 – FNLA

6 – CASA-CE

O sorteio de posicionamento relativo aos tempos de antena na Rádio colocou a UNITA e a CASA-CE em primeiro e segundo lugares, respectivamente.

Cada concorrente às eleições gerais terá 10 minutos de antena na Rádio, no horário compreendido entre as 15 e 22 horas, durante a campanha eleitoral.

Eis o posicionamento dos partidos:

1 – UNITA das 15h00 as 15h10

2 – CASA-CE das 15h10 as 15h20

3 – MPLA das 15h20 as 15h30

4 – Aliança Patriótica Nacional das 15h30 as 15h40

5 – PRS das 15h40 as 15h50

6 – FNLA das 15h50 as 16h00

Posicionamento no tempo de antena da televisão:

1 – CASA-CE: 20h00 às 20h05

2 – Aliança Patriótica Nacional (APN): 20h05 às 20h10

3 – FNLA: 20h10 às 20h15

4 – UNITA: 20h15 às 20h20

5 – PRS: 20h20 às 20h25

6 – MPLA: 20h25 às 20h30.

A escolha resultou de um sorteio que consistiu na deposição de esferas, com nomes dos respectivos partidos políticos e coligação concorrente às eleições gerais, numa tômbola que, à medida que ia funcionando, expulsava uma por uma, definindo, deste modo, a posição de cada um.

O acto foi presenciado pelos mandatários dos partidos políticos e da coligação concorrente, pelo presidente do Tribunal Constitucional, Rui Ferreira, pelos ministros da Defesa Nacional, João Lourenço, da Comunicação Social, José Luís de Matos, do Interior, Ângelo da Veiga Tavares, pelo secretário de Estado para os Assuntos Institucionais do Ministério da Administração do Território, Adão de Almeida.

Os presidentes dos partidos políticos e da coligação concorrente, representantes do corpo diplomático, das empresas Indra e Sinfic, entre outras entidades, também assistiram ao sorteio.

Os órgãos de comunicação social privados são advertidos, de acordo a Lei, a aderirem ao mesmo sorteio.

A grande interrogação permaneceu no caso do Jornal de Angola que tem servido como um panfleto do partido no poder, MPLA.

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